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Antonio Franco Nogueira

'(...)Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam' -  Hebreus 11:6'(...)Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam' - Hebreus 11:6

“Franco, sonhei contigo, onde eu via um homem atirando em você. Só que no sonho eu sabia que ele não mirava a sua cabeça, mas o seu braço direito; porém, ao meu aviso, você gritava que ''há poder no sangue de Jesus", então a bala explodia no ar antes de chegar em você”. O relato que você acaba de ler, me foi reportando nesta semana por uma amiga, e irmã em Cristo, Raquel Costa Pinto (48), moradora da cidade de Ilhéus.

Quando eu me converti, depois de ouvir uma pregação sobre um certo guerreiro chamado Samá, conforme já disse aqui noutro texto, que havia combatido e matado sozinho centenas de soldados filisteus que todo ano entrava em Israel para roubar a plantação do povo de Deus – dizendo as Escrituras em II A Samuel 23; 11, 12, que até sua espada, de tanto sangue dos inimigos, grudara em sua mão, e impactado com tamanha determinação e valentia, querendo também eu ajudar no combate as astucias do Diabo, que tem invadido ‘a igreja’ para roubar as almas de Deus, orei pedindo ao Senhor que para tanto me desse “a espada de Samá”, e a resposta que Ele me deu, foi uma visão onde eu esmurrava a cara dum indivíduo, que eu sabia se tratar duma pessoa muito má. O detalhe é que, enquanto eu notava que o sujeito não reagia apesar de os golpes, de tão fortes, até levar para trás a sua cabeça, eu percebia que eu o esmurrava usando apenas uma das mãos, a direita. Então, recomposto da visão e lembrando que eu escrevo usando apenas a mão direita, entendi que seria escrevendo que eu combateria o Inimigo. E danei a escrever, até publicando, a mando do próprio Jesus, o livro “Crônicas dum carteiro de Deus”. Agora me vem essa irmã me contando esse sonho, onde nele vê o que você acaba de ler na abertura do texto. Então qual a conclusão, senão a de que, na porção que me cabe por esses textos, Satanás está perdendo terreno no seu intento contra as vidas que estão me lendo e por demais incomodado, se a direção do tiro era justamente o meu braço direito, o braço que conduz a mão que te escreve?

Mas o perfeito será se você entendeu que se o Diabo pretende me fazer parar de escrever, mas que sua bala dirigida ao meu braço foi interceptada pelo poder de Deus, que com isso diz a mim e a você do valor de essas mensagens continuarem, a sua pessoa concluir da importância de sua nobreza seguir atenta a essa leitura. E digo isso radiante de alegria por saber, se é que você não percebeu também, que sobre tocar na minha vida o kapiroto está impedido; senão a direção da bala, ainda que da mesma forma estaria interceptada, seria não o braço, mas a minha cabeça. Sacou? Outra coisa que muito me conforta, é o fato de que cada uma dessas mensagens que você deve já ter lido, está em conformidade com a vontade de Deus, doutra forma a bala teria não sido interceptada, mas permitido que atingisse meu braço ao menos de raspão. O que serve à certa pessoa que andou aconselhando outra pessoa a não ler o meu livro. Mas bora para o texto.

Eu já sou velho, visto que esses dias rompi a barreira dos sessenta, logo não vou te obrigar a saber o que quer dizer o termo Sabatina, se o usual hoje é Exame, Prova, Avaliação. Mas lá pelos idos de antigamente, no tempo da escola da professora Ivone - que, diga-se de passagem, era bem servida de massa corpórea, quando a turma ouvia falar que teríamos a tal da sabatina, a primeira coisa que vinha a nossa mente, junto com a robustez do braço daquela professora, era a espessura da bendita palmatória - sim, hoje bendita, mas na época não era não, e juntamente vinha o desespero, principalmente entre os que embromava mais do que estudava – eu entre os tais. Eu não me lembro de alguém que tivesse mijado na roupa depois do segundo ou terceiro bolo, mas cara de choro era comum. Coisa era quando alguém preparava a resposta para uma pergunta que já tinha vencido uns quatro da roda, mas ao chegar no menino ou menina imediatamente anterior a ele ou ela, a figura da vez dava a resposta. Precisava de ver a cara de choro por antecipação, se a figura já sabia que tudo que ela sabia era que não sabia nada. Então viesse o que viesse era bolo na certa. Mas graças a Deus ninguém morreu e quem sabe até sobreviveu, como eu sobrevivi, para aplicar tais experiências a quem esteja atento/a ao propósito, no caso aqui, o texto que lê com o propósito que logo tú vai ver. Apesar de que, mesmo tendo sobrevivido às sabatinas da dura professora Ivone e mesmo depois vindo a ser tolerado pela adorável pró Gracinha, do finado ‘’seu Mateus’’, jamais imaginei que aquele guri do caução balão, da Cartilha e lápis com borracha enfiados num saco de biscoito Tupy, das pernas de saracura, o grauçá da bunda de papa-capim, que detestava estudar, um dia viesse a ensinar nada a ninguém. Mas como eu sou, e talvez também você seja um milagre de Deus, aqui estamos nós.

Mas, para não fugir à regra, vamos à pausa:

(...)O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim (Oséias 4:6).

Você já sabe que minha proposta com esses textos é unicamente falar de vida. Não por que, como já te disse, já tenha passado da barreira dos 60 e há muito que dobrei o cabo da boa esperança e estou vendo a minha escorregando pelos meus dedos sem que nada eu possa fazer para segurá-la, mas é justamente por isso que, como bem escreveu Mário de Andrade – sobre “O menino da bacia de cerejas”, eu tento aqui te fazer refletir sobre o desperdício dos teus preciosos dias, te chamando a não fazer como aquele menino, que ao receber uma bacia cheia de cerejas e, sem sabedoria alguma come-las desesperada e displicentemente, quem sabe inclusive jogando fora os caroços, que ao se dar conta de que só sobrara uma ou duas das frutas na bacia, agora a comia bem devagar, roendo pesaroso até o pobre caroço. De cá, se eu tivesse tido quem me ensinasse e ouvido essa fábula das cerejas desde os idos da escola da sabatina, e compreendido desde lá que as cerejas reportavam dias de vida, com a oportunidade que teve aquele garoto decerto que muito do tempo que desperdicei não teria desperdiçado, mas saboreado bem desde a primeira cereja que comesse, enchendo a barriga de sabedoria. E não somente isso, mas guardaria cada caroço para fazer de semente com o fim de, bem plantadas, garantir não uma bacia, mas uma plantação inteira de pés de dias, quer dizer, de boas cerejas, se é que você me entende.  

Não lembro quem disse, mas sei que dia desses ouvi d’alguém, sobre a perda de tempo nossa de cada dia, que se pudesse aconselhar alguém quanto a desatenção para com o que de fato interessa nessa vida – aqui com uma leve complementação minha, ele diria que “pare de ficar olhando o telefone todo o tempo, quando estiver numa fila, visto que você vai perder a oportunidade de observar à sua volta; quem sabe, não desatento somente para com alguém que precisa de ajuda, mas principalmente aos sinais que Deus te dispõe, que te levaria à Ele duma forma muito especial naquele exato momento”. Claro que a analogia do telefone na fila é abrangente ao tempo em que ‘a fila anda’ durante toda a vida duma pessoa, e é pela vigilância no falar de Deus e vê-Lo em tudo que há, que o Espírito d’Ele chamou a minha atenção para a data de dois eventos que envolve os planos d’Ele para a vida de quem estiver atento ao Seu falar – ou no mínimo interessado em passar a escutá-Lo.  

(...)Escutai, e inclinai os ouvidos; não vos ensoberbeçais; porque o Senhor falou:

Dai glória ao Senhor vosso Deus, antes que venha a escuridão e antes que tropecem vossos pés nos montes tenebrosos; antes que, esperando vós luz, ele a mude em sombra de morte, e a reduza à escuridão
. (Jeremias 13:15,16).

Um dos eventos de que te falo foi o estabelecimento do Estado de Israel, onde por voto dum brasileiro, Osvaldo Euclides de Souza Aranha, ou simplesmente Osvaldo Aranha (1894-1960), em Assembleia na ONU, que presidia àquela Sessão, em 1947, Israel se tornaria Nação – para cumprimento de profecia. (No centro de Jerusalém, ao lado de um cemitério muçulmano, uma praça leva o nome do nosso compatriota que é tido como herói pelo povo judeu). E atente aí para que isso traz sobre nosso país pensamentos de bem e não de mal da parte de Deus, contanto que O escutemos. E o outro evento, foi o achado das cavernas de Qumran, onde pastores beduínos, e não à toa justo um povo que rejeita as escrituras bíblicas como elas são, árabes que são, encontraram o que passou a ser chamado de “Manuscritos do Mar-morto”, que seriam cópias fiéis dos originais, TODOS ESCRITOS EM HEBRAICO, GREGO E ARAMÁICO, achado que ocorreu também a partir do ano de 1947, mesmo ano em que se determinou o cumprimento da profecia do estabelecimento do país israelense. Nesses manuscritos, à exceção do livro de Ester, há centenas de textos e porções de todos os livros bíblicos da Velha Aliança, ou Antigo Testamento, parte deles tão rejeitados pelo povo árabe, a exemplo do livro do profeta Isaías, justamente o considerado profeta que anunciou a vinda de Jesus - aliás profeta que profetizou a ruina dos árabes, da tibo de Quedar, um dos filhos de Ismael (Isaías 21), justamente quem Deus conduziu àquelas cavernas, como quem pela vida daqueles beduínos esfrega na cara de cada incrédulo do mundo, que Ele é real, Único e foi mesmo O autor espiritual e intelectual do livro que chamamos de Bíblia. Coincidência, as duas datas, ou um grito do Criador aos ouvidos que insistem em não O escutar?

E para você que é afeito/a à coincidências, segundo consta, os beduínos que acabaram por encontrar as relíquias bíblicas, haviam saído a procura de uma ovelha que havia se perdido – talvez pelo incomodo dalgum bode escondido entre o rebanho ao qual ela pertencia, ou por curiosidade em saber o que havia lá fora, ou principalmente, no que aposto mais, à cata dalguma porção de comida boa e dalgum gole d’água limpa já que esse tipo de animal não come capim velho nem bebe água suja (e aqui há uma provocação de Deus sobre que tipo de ovelha estamos sendo: qual a qualidade da comida que estamos comendo e da água que estamos bebendo). E à parte da mensagem embutida nesse “detalhe” dos pastores como personagens daquele evento, daqui eu imagino esse texto ardendo a cara daquele ‘pastor’ que ler isso, que pouco se importa se um crente, justamente por muita fome e sede, não encontrando comida boa nem Água limpa, isso somando ao próprio desinteresse de outros pelas coisas de Deus para o próprio bem de cada um, esfriou ou desistiu d’Ele, e por onde essa suposta sua ovelha estiver, a depender desse tal, “que lá ela continue”, inda mais se for uma pobre ovelha – e se ligue na beliscada.

Agora uma pausazinha, que tô sem assunto:

(...)‘Quanto a você, meu rebanho, assim diz o Soberano Senhor: Julgarei entre uma ovelha e outra, e entre carneiros e bodes.

Não lhes basta comerem em boa pastagem? Deverão também pisotear o restante da pastagem? Não lhes basta beberem água límpida? Deverão também enlamear o restante com os pés?

Deverá o meu rebanho alimentar-se daquilo que vocês pisotearam e beber daquilo que vocês enlamearam com os pés?

Por isso assim diz o Soberano Senhor a eles: Vejam, eu mesmo julgarei entre a ovelha gorda e a magra.

Pois vocês forçaram passagem com o corpo e com o ombro, empurrando todas as ovelhas fracas com os chifres até expulsá-las, eu salvarei o meu rebanho, e elas não serão mais saqueadas. Julgarei entre uma ovelha e outra
. (Ezequiel 34:17-22).

Sigamos, que já lembrei do que ia falar:

Eu havia pedido ao Senhor, que me desse a espada daquele guerreiro, e você viu que a resposta que Ele me deu, foi que eu combateria o Inimigo, usando a minha mão direita. Se você estiver atento/a ao contexto, perceber que isso quer dizer escrevendo o que você já deve ter lido noutra ocasião e está lendo agora. Você também deve estar lembrado/a que, conforme viu num sonho a irmã Raquel, Satanás tentaria me atingir justamente no meu braço direito, mas que clamando pelo sangue de Jesus, o Anjo interceptou a bala - bala que pode representar um monte de situações, pessoas, e sentimentos, antes que ela me atingisse. Logo ficando claro que Ele, o Salvador, falaria contigo pelo texto que eu escreveria e você agora lê, somente se você realmente estiver fazendo isso de forma bem atenta. E atento/a você saberá que está se já percebeu que a Bíblia que você pouco toca ou que nem acredita que fale por Deus, é de fato a Sua Palavra e que, se mesmo Ele diz, conforme em Filipenses 2; 13, que todo o querer e o efetuar, vem do Senhor, não foi por qualquer acaso que aqueles pastores beduínos encontraram textos exatos dos originais dos livros santo, e que não há qualquer coincidência nos anos exatos dos dois eventos, 1947, tanto do achado dos manuscritos ali escondidos dentro de potes de barro desde 200 anos a.C., logo há 2200 anos, quanto da Assembleia da ONU que determinou o nascimento do país do Seu povo, todos dois apontando para a mesma direção, mas que tudo assim se deu por pura vontade e providencia de Deus, para despertar do sono não poucos dos que insistem em dormir quanto ao Seu poder e capricho quando o assunto é a salvação de nossas almas.

Eu sei que ainda assim haverá quem insista que tudo não passou de coincidência. Mas já que falei no capricho de Deus quando o assunto é o Seu plano de salvação e a exigência pela perfeição de cada detalhe de tudo que tiver envolvido nesse plano, se pergunte e você mesmo se dê a resposta, "seu José ou dona Maria das coincidências": 01 – Se os muçulmanos rejeitam o livro do profeta Isaías como inspirado por Deus, por qual razão, segundo consta, foi justamente os escritos de Isaías um dos mais, senão o mais conservado de entre os achados? E 02 – Me diz se não te salta aos olhos o fato de o primeiro sujeito a encontrar os pergaminhos, se chamar justamente Muhammed, EXATAMENTE o nome original de Maomé, o profeta dos muçulmanos, que desconhecem Jesus como Filho unigênito de Deus? E sobre que esse achado ocorreu na região do Mar-morto, mar que Jesus promete fazer tornar a ter vida, se deu no mês de abril, mesmo mês em que o Criador libertou o Seu povo da escravidão do Egito. Você sabia disso, hein seu Zé, hein dona Maria das coincidências? Até me ocorre a curiosidade em saber que cara fez aqueles muçulmanos depois que souberam do valor do que eles tinham nas mãos, depois de terem vendido por 100 dólares, ou 300 reais, o que depois eles souberam que havia sido revendido por quase 1.000.000 (Hum milhão) de reais na época. Talvez tivessem refletido que precisam procurar conhecer e então dar mais valor ao Único que de fato pode salvar suas almas.

Mas vendo friamente o contexto do episódio do achado dos beduínos, sem prejuízo ao fato de que não foram pastores por qualquer acaso que foram levados a encontrar tais escritos – se todos sabemos que poderia ter sido qualquer outra pessoa e de qualquer outra profissão, e logo encontramos nesse detalhe uma tremenda mensagem de Deus aos que tem um povo sob sua responsabilidade, é fácil concluir que se tratava não só de pessoas que desconheciam ou nenhum interesse tinham pela história bíblica, sobretudo também não pelo que envolve a sua própria religião, se na pior das hipóteses eles deveriam saber que estavam diante de algo que, no mínimo, pelo perfil da escrita, poderia remontar a algo que envolvesse aquele a quem o seu povo tem como único profeta que podia falar em nome de Deus, mas que, ignorantes, menosprezaram o valor espiritual, histórico e econômico do que tinham em suas mãos, e não à toa logo se desfizeram do tesouro que haviam encontrado, e pela miséria de valor que já sabemos que venderam, mesmo que aqueles 100 dólares representassem uns meses de comida farta na época, ou que lhes proporcionassem mais um tempo de vida longe da escassez, comida provisória porém. E daí não dá para concluir diferente do quão caro pode acabar para alguém que não busca e nem o menor interesse tem por conhecimento. Isso apesar do quão zelosos são eles, os muçulmanos, ainda que não creiam em Jesus Cristo, para com os rituais de sua religião, com suas impreteríveis 05 rezas diárias e o rigor com a exposição de seus corpos, principalmente as mulheres, conforme consta, por respeito a Deus, a si próprios e às pessoas, o que, apesar do exagero que muitos podem achar de tudo isso (o que não está em voga qualquer despreocupação com o trato que eles dão aos intentos de seus corações e o que fazem com seus pés e suas mãos contra pessoas que julgam ‘infiéis’), no quesito reverencia a Deus eles dão um banho e põem no chinelo à nós cristãos, que tanto dizemos que cremos no Seu Filho. Então, longe de que deva haver qualquer interesse monetário se nos víssemos envolvidos num episódio semelhante, e que os textos ali estivessem escritos em português, a pergunta é, se todos sabemos que a meditação bíblica não é uma constante na vida da imensa maioria de nós que afirmamos que cremos n’Ele, quem sabe não faríamos muito diferente do que fizeram aqueles pastores, justo por que nos faltaria conhecimento da envergadura daquilo que estaria diante de nós para fortalecimento da fé de muitos que ainda duvidam? Pessoas por quem Jesus também morreu e se fez as Primícias da ressurreição, o que decerto nos traria algum problema na hora da prestação de nossas contas a Ele. O problema é haver interesse por saber sobre esse Dia.

Alguns dos que me leem talvez me achem chato demais com a insistência nesse assunto, mas como não insistir, se o Próprio Criador interveio a meu favor quando viu o Diabo intentar me parar atirando no braço com o qual eu escrevo, se Ele, presciente que é, já sabia que esta seria a mensagem de hoje? Como não te convidar a se manter o mais esperto/a possível para com as artimanhas do kramunhão, com esse marasmo que, seja lá por que via seja, tanto joga nas costas do crente, lhe tirando a vontade de orar a Deus nem duas vezes por dia - piorou as CINCO que oram os muçulmanos, e menos ainda tem vontade para com a meditação bíblica, se a mim essa noite, me vendo dar sopa pro Inimigo, com minhas prevaricações quanto a meu dever no Evangelho, como a escrita desse texto por exemplo, e a distração da responsabilidade que tenho sobre mim, e a Quem eu represento, preocupado com meus negócios e coisa que o valha, logo numa mistura do meu dever com interesses do mundo, me deu um sonho onde eu me via dentro do mar carregando uma garrafa térmica de café enquanto nadava na direção dum barco, se a tradução disso é uma advertência a que eu tenha cuidado com o envolvimento com coisas do mundo, por isso o mar envolvendo meu corpo (Em Apocalipse Mar representa língua, povos e nações, logo uma figura de mundo), e que eu me mantenha ACORDADO, por isso a garrafa de café [e se era uma garrafa é por que ataque pela sonolência espiritual é que não deverá faltar], e que quando me vir em situação semelhante, que devo, ou devemos, nadar para Ele, por isso o barco para onde eu me direcionava? Como, me diz, se Ele bem sabe que eu não faço do pecado uma profissão, e com ele, com o pecado, não consigo mais conviver, e se é Ele mesmo, Ele que a tudo vê e sonda cada coração, Quem sabe a quantas andam a vida do crente e mais ainda a de não poucos altares? Aliás, um tempo desse atrás, depois duma pregação ainda que estrondosa que vi uma missionária de quem naturalmente não citarei o nome, fui impelido por Ele a lhe perguntar por quê que ela não lia a bíblia, ao que, claro, se a ordem foi de Quem pode mandar, ela começou a tremer quase mordendo os próprios lábios, claramente dizendo que “ai de mim, visto que de Deus não há quem possa se esconder”. Ah, sobre a garrafa de café, eu era levado a observar que a tampa estava um pouco folgada e me via apertando mais a sua tampa com o fim de não deixar “entrar água” (figura de linguagem que o Espírito Santo usa na interpretação, para facilitar a nossa compreensão), o que arruinaria o café, ou aquilo que me – nos - ajudaria a despertar o sono – e veja que esse trecho do sonho também está falando com você, se eu já te falei do marasmo que o kara do tiro estava tentando por sobre mim, ou sobre o meu braço direito, caso prefira, e veja se a sua garrafa de café está bem tampada ou se já “entrou água”. E veja se eu posso deixar de tentar te acordar, ou escrever sobre se o jogo do Vitória contra o Bahia foi bom ou ruim, ou se sobre a lata furada vazando na cabeça de dona Maria do brejo da rua de baixo ou se sobre o coice que levou seu João da égua da rua de cima, então procure ler coisas do tipo noutro canto se optou pelas futilidades, que o papo aqui é e será sempre esse até Jesus voltar ou Ele me levar. Que no que depender de mim e d’Ele, nada de água jogada nos planos de Deus para com a minha e para com a sua vida se você decidir por continuar me lendo. Só não se esqueça que a água que entraria naquela garrafa se eu não tivesse apertado mais a tampa, seria água do mar, e se a Bíblia aponta mar como Mundo, logo o QUE Jesus está nos dizendo é que quem jogaria água nos planos de Deus para com a minha e com a tua vida, seria o mundo com o aceite daquilo que ele, o mundo, venha nos oferecer, e o desejo por conquistas, ainda que não venhamos a nos dar conta disso, bem o meu caso até um tempo atrás – por isso o sonho da garrafa de café - o que é bem uma das artimanha daquele a quem esse mundo foi entregue até que Jesus volte, a saber, a Satanás.

(...)Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles.
E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.

Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. (Mateus 4:8-10).

Por isso que as Escrituras dizem que o mundo jaz – dorme ou está morto, no Maligno. E não será surpresa se entre alguns do que lerem esse texto, sobretudo o trecho onde estou afirmando que esse mundo está nas mãos do Diabo, se escandalizaram até que chegassem aos versos bíblicos de Mateus aí acima, o que sem medo de errar digo que assim terá sido por falta da mínima intimidade com a meditação bíblica, justamente a ideia do texto que você está lendo. O que, também sem medo de errar, é exatamente o que estava na mente de Deus, quando impede de a bala do Diabo atingir o meu braço direito, visto que Jesus sabe que depois dessa mensagem, alguns, que não tem no peito uma pedra e sim um coração, ajudados a refletirem pelas intervenções d’Ele através do braço que Ele impediu de ser atingido, buscarão tratar melhor os escritos sagrados em suas prateleiras, as vezes tão empoeirados quanto àqueles pergaminhos, e quem sabe até precisando de restauração, antes perfeitamente legíveis e em estado de novos – nomeadamente alguns exemplares que são dados ou estão ao alcance de crianças para que brinquem, risquem, e se divirtam ou se distraiam, por causa da panela no fogo, ou da roupa ou do carro para lavar ou da casa para arrumar, ou ainda da atenção que precisa dar ao amigo que chegou pruma prosa *sic, então se tornando ovelhas alimentadas e saciadas com a melhor das Águas frescas e Comida quente, onde ovelha nenhuma jamais encontrará e menos ainda DENTRO dalguma caverna domestica lá que seja.

Daí, bem alimentadas, e de sede vencida, agora conhecedoras do dever cristão, a compreensão vem fácil do que diz Eclesiastes 11, quando versa que “o nosso pão deve ser lançado sobre as águas”, se você ainda se recorda de que quando Jesus fala de águas nesse contexto, Ele está falando de gente, donde se trata o trecho bíblico, de nós lançarmos Ele, o Pão com que já nos alimentamos, por isso ‘o nosso pão’, sobre as águas que jazem no Maligno, mortos em seus pecados porém sedentos por vida ainda que não tenham se dado conta disso, somente buscando os seus próprios deleites, decerto por desconhecerem o Pão sem medida e a Água sem fim, que se encontram nas Escrituras que desprezam, ou da autenticidade da qual ainda duvidam, quem sabe, e que por isso Ele fez a engenharia que fez 1947, para que não somente alguns mas todo o mundo tome conhecimento de que Ele é o Senhor!

(...)Então o Senhor me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.

Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará.
(Habacuque 2:2,3).

Neste ponto, se você não prestou atenção procure prestar, que quando o Espírito Santo fala pelas mãos do profeta Habacuque, sobre ele escrever com letras grandes, para que leia quem passa correndo, é o mesmo que dizer que Ele quer que TODOS tomem conhecimento do que Ele fala e que o que Ele fala se cumprirá mais cedo ou mais tarde. E para o caso de o kara do revolver colocar na sua mente que quando isso acontecer você já não estará mais “por aqui”, me deixe continuar somente depois dessa outra pequena pausa, já que o assunto é visão, que depois a gente continua:

(...)E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. (Apocalipse 20:12).

Sigamos:

O Deus que a mais de 2600 anos mandou que o profeta Habacuque escrevesse a visão que Ele estava lhe dando, para que lesse quem passasse correndo, sem dúvida querendo dizer que não terá por inocente ninguém que tivesse passado por aquela estrada, acredite ou não, é o mesmo Deus que [depois de me vir clamar pelo sangue de Jesus - sim, Ele com isso diz que ao nos vermos em apuros devemos invocar ao Seu sangue por socorro - sangue cujo poder continua ativo] interceptou àquela bala com que o Diabo visava atingir o braço com que Ele queria que eu te escrevesse o que sua nobre pessoa está lendo; e como no caso em Habacuque, que Ele garante que tudo que Ele disse acontecerá, também no caso aqui, nada do que você está lendo cairá por terra se houver desprezo da sua parte a qualquer das advertências à sua nobreza apresentada. Portanto considere cada palavra, porém ainda assim, minha sugestão é que sua pessoa ore a Ele perguntando se isso que você está lendo é mesmo assim. Então, conforme Ele te responda que não é de mim mesmo que estou te escrevendo, mas da parte d’Ele, se avexe em cuidar da vida sem se esquecer do seu dever de também semear a Palavra, ou jogar porções do seu Pão sobre as águas, como queira.

E falando em leitura, e muita atenção agora, creio que você lembra que te disse lá em cima, que jamais pensei que aquele menino da Cartilha e lápis com borracha dentro dum saco de biscoito Tupy, das penas finas e bunda de papa-capim, seco que nem um grauçá, que não gostava de estudar e fazia cara de choro quando não sabia responder as perguntas na hora da sabatina por que sabia que ia apanhar, viesse um dia a ensinar algo a alguém. Pois bem, com esse histórico, você imaginaria um cara desse dono dalguma faculdade, na verdade duma grande faculdade? Não, né? - Na boa, precisa ficar vermelho/a não. Que para sermos bem sinceros essa seria uma realidade bem longe de alguém, não por ser um pobre, pobre de marré deci, mas que detestava estudar. Logo que não iria se envergar nem um grau na direção de nada que lembrasse estudo qualquer. Entretanto, porém, todavia, como Jesus não vê como a gente vê (Isaías 55; 8), eis que Ele visita em sonho uma outra irmã, Tainara Moraes (28), essa moradora em Sátiro Dias, também interior da Bahia, uma cigana convertida ao Evangelho, à quem tanto tento dizer o que Deus tem para ela, e que é bem diferente do que ela tanto planeja por conta própria para sua vida, bastando que ela procure fazer o que Jesus quer que ela faça, como a pregação do Evangelho, sem que ela se conforme e descanse n’Ele a sua alma, mesmo que depois da última bronca que lhe dei, ela enfim resolveu pregar para duas de suas amigas. Que aliás lhe foram bem receptivas, conforme ele me disse muito contente pela recepção.

No sonho ela se vê chegando numa faculdade, ela diz uma faculdade bem grande e alta, onde eu sou o dono. Há muitas outras salas grandes, mas ela me vê chamando os funcionários, lhes mandando que entregue a ela a melhor e maior sala. Nesse momento ela pensa que se tratasse duma “sala de quatro paredes”, porém seria uma sala bem maior que as outras salas. E era. Só que ela não se vê entrando na sala, mas sim contemplando do alto o que seria a sua sala, e vê um lugar com muito verde, muitas árvores bonitas, como um jardim muito grande, como num paraíso, que era onde ela se sentia, ela diz; e no meio do lugar, onde também havia um rio, ela via uma piscina enorme, com águas cristalinas e com o fundo azul. Ela sentia que havia pessoas para chegar "àquela sala", e ela sentia como se estivesse sendo designada para esperar àquelas outras pessoas. Então ela agora se vê no chão e dentro do que ela chama de “paraíso”, quando percebe uma moça vestida de biquíni, porém não vulgar - ela observa, que a moça tinha a aparência de Cléo Pires, filha de Glória Pires com Fábio Junior, que olha para ela e diz: “Pregue o Evangelho; pregue o Evangelho; continue pregando o Evangelho”. Então ela acorda.

Antes da interpretação, talvez hoje eu entenda a razão pela qual jamais consegui vencer a quinta serie mesmo tendo a repetido por no mínimo duas vezes. Essa informação de certo que te impressionará ou até te leve à não acreditar em mim, pelo texto que está acabando de ler. Mas o que se diz de profetas e até apóstolos que não tinham a menor intimidade com as letras, e ainda assim são trazidos até os dias de hoje como mestres sem igual no ensino da coisa bíblica, muito me deixa à vontade essa minha realidade. Pois sei que, apesar de que isso não queira dizer que Jesus não tenha prazer em que as pessoas estudem, tudo teve e tem um propósito; que é o de que o Dono dos propósitos quer que, tanto que sintamos nós mesmos o gostinho de saber que tudo o que nós fazemos, que até pode impressionar alguns dos que nos veem, só fazemos por causa da presença d’Ele em nossa vida; e que quer Ele também que nos sintamos sim como Seus representantes, se Ele é quem bem sabe da alegria que isso nos traz. Sim, sem sombra de dúvida isso Lhe dá prazer. Coisa de Pai que torce pela alegria do filho.

Mas vamos para o que quer dizer o sonho da faculdade:

A primeira coisa que deve se notar, pegando de traz para a frente, é que se Jesus tem me visto tentando convencê-la de deixar os projetos pessoais para dar atenção à pregação da Palavra, e mostrou uma mulher, que vestida de biquíni – com o cuidado de pô-la composta, mas que vestida de biquíni, lhe dizendo que não pare de pregar o Evangelho; que continue pregando o Evangelho, é o mesmo que lhe dizendo que 01 – É exatamente o que ela tem ouvido da minha boca, o que ela deve fazer, por isso a mulher não somente diz que ela deve pregar o Evangelho, mas também que ela deve ‘continuar pregando o Evangelho. Isso por que Ele viu que ela enfim havia pregado para duas amigas. 02 – A mulher na piscina, que é uma figura de Igreja [a Igreja, a Noiva, é sempre representada na figura feminina] que tem sido discriminada, e condenada pela loucura nas atitudes, também por conta de encenações/fingimentos – por isso a pessoa que Ele usou, uma atriz tresloucada, indica que não se deve fazer acepção de pessoas, ou achar ninguém incapaz/indigno/irrecuperável, e que certamente que haverá surpresas ‘na glória’, por isso ela cita “o paraíso”, paraíso onde aquela mulher figuradamente se encontrava. 03 – Porém a piscina representa A CORRIDA ao pódio que todo crente deve fazer, como quem busca o primeiro lugar, por isso o tamanho e características da piscina, e também por isso a roupa que a mulher vestia, mais uma vez, com o cuidado para a compostura que ela via na roupa, indicativo que a Igreja que se finge de Igreja, terá que mergulhar n’Água para alcançar o outro lado. 04 – A mulher, Cléo Pires, que não estava ali numa personagem – denunciando que há uma ‘Igreja atriz’, mas na sua própria identidade, por isso ela foi reconhecida, decerto virá a se converter fazendo a diferença, cuja outra indicação é a de que não julguemos quem teria ou terá ou não o coração em Deus, por isso ela é quem, de dentro “da faculdade”, exorta a que sonha a que não pare de pregar o Evangelho, o que deixa claro que uma porção da Igreja que finge se ajustará. 05 – Que o cenário que ela viu, foi sim o que está reservado para o crente que se ajusta A Deus, um Paraíso, conforme dica que Jesus dá de Sua volta em Cânticos de Salomão (Já entrei no meu jardim, minha irmã, minha esposa; colhi a minha mirra com a minha especiaria, comi o meu favo com o meu mel, bebi o meu vinho com o meu leite; comei, amigos, bebei abundantemente, ó amados. Cânticos 5:1). 06 – O Espírito Santo dá mostras de que ainda há muito trabalho a fazer, por isso ela tem o sentimento de que estaria ali aguardando outras pessoas que chegariam, logo outros crentes que Jesus sabe que buscarão a perfeição, por isso uma faculdade. 07 – Que Jesus, a aponta também como figura doutra porção da Igreja, a toma por professora, por isso eu uso o termo “entregue” uma sala a ela. O que é típico de acontecer quando um novo professor recém chega a uma escola, no mínimo aprovando o tipo da pregação que ela fez às duas amigas. O que faz dela, na justa medida, uma professora de alto gabarito, como de fato são os professores universitários. 08 – Que, contudo, há níveis que se deve cumprir, para que então se adentre ao ambiente do paraíso (Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus? 1 Pedro 4:17), por isso as outras salas comuns no prédio da faculdade – com acréscimo da irmã Elisângela Borges, a quem também deu Deus o dom da interpretação, que diz que nas outras salas estão os dotados, cada um com sua unção, mas que todos dentro da mesma “minha, ela diz”, faculdade. 09 – – E sim, o sonho aponta sim, a minha aprovação pelo Mestre dos mestres, ao que tenho ensinado ao Seu povo na porção que me tem cabido, o que não deve ser pouca gente, por isso o tamanho da faculdade, povo a quem o cenário somente me confirma a incumbência de ensinar o caminho “do Céu”, por isso a altura que ela via do prédio - indicando a questão espiritual. Porém à Deus, toda Honra, toda Glória, e todo Louvor.

(...)E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores,

Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo;

Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo,

Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. (Efésios 4:11-14).

Lembrando, porém, que por conta de cada perfil, nem todos de nós passarão por uma faculdade como mestres e também não como alunos; embora que, assim creio, muitos salvos pela salvação comum aos santos; como nem todos os alunos, assim como mestres, como em toda faculdade, terão sua aprovação no final. Mas todos com o dever de no mínimo vir trazendo suas experiências básicas ao menos dum ensino/estudo fundamental - das Escrituras ainda que somente pelo ouvir e pelo agir, à quem não foi dado a graça da "letchura", como dizia minha saudosa avó, analfabeta que era.

Então, ainda que haja não poucos que ainda insistam em ver apenas aquele pobre menino, da Cartilha e lápis com borracha dentro dum saco de biscoito Tupy, das penas finas e bunda de papa-capim, seco que nem um grauçá, que não gostava de estudar e fazia cara de choro quando não sabia responder as perguntas na hora da sabatina por que sabia que ia apanhar, mas que já se tornou num homem destemido, conforme eu já disse, essas pessoas precisam se conformar que ele de fato cresceu, e não somente cresceu mas, mesmo com a aparente impossibilidade de que isso um dia viesse a acontecer, se tornou 'dono' - digo 'dono duma franquia', duma "grande rede de faculdades", cujo Presidente, pelo que se pode notar, tem aprovado a modalidade de ensino nela aplicada. Mas tudo, sem dúvida alguma, com o fim duma simples cooperação para avanço do Evangelho, tanto pela bala que o Diabo queria meter no meu braço direito, e que o Anjo interceptou, quanto pela resposta ao pedido da espada daquele guerreiro, que Ele me deu em visão de que será com a minha mão direita que eu darei combate ao ladrão que tanto tem invadido a Sua Lavoura, para roubar a Sua Plantação.

(...)Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus. (1 Coríntios 3:9).

E aqui encerro com 1947 abraços à seu José e outros 1947 abraços a dona Maria 'das coincidências', além do pedido a que creiam nas Escrituras, e não somente creiam, mas meditem nelas – e meditar é diferente de apenas ler, mas procurar o que há escondido por detrás de cada palavra, e que acreditem que tudo o que foi dito aqui, foi dito para que todos atentem para as manifestações de Deus até numa folha que voa e cai à seus pés, onde pode estar um afago d’Ele à sua pessoa, te mostrando quem sabe, o chá que você tem que tomar para que se veja livre daquela dor renitente que tanto te incomoda e que 'por tabela' incomoda também à Ele, como o Pai que sente em sua alma a dor que o filho sente. Contudo, como tenho aprendido, e espero que com isso também te ensinado, que tudo que se passa na Terra é sombra do que deve acontecer “no Céu”, ao recordar do vexame e da vergonha que andei passando na sabatina da professora Ivone, sei que falta de esforço é o que não deve haver da minha parte para que não venha eu novamente, depois de tudo, me vir reprovado quando diante 'da Sabatina master' do Mestre.

(...)Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte. (Apocalipse 2:11).

Por isso:

(...)Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado. (1 Coríntios 9:27).

(...)Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!
(1 Coríntios 9:16).

Jesus é bom!

Antônio Franco Nogueira – à serviço do Reino eterno
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'(...)Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiúça a pedra? - Jeremias 23:2 / Na imagem, Antônio Franco Nogueira. Foto: Mônica Franco'(...)Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiúça a pedra? - Jeremias 23:2 / Na imagem, Antônio Franco Nogueira. Foto: Mônica Franco

 

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