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(Ilustrativa/ Google)
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O Ministério da Saúde estima que 520 mil casos de câncer serão registrados neste ano que começa. Na Bahia, a expectativa é de 20.620 novos casos da doença

Em um ano, 520 mil novos casos de câncer. Essa é a estimativa do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), do Ministério da Saúde, para o ano que começa agora. Após um levantamento divulgado em dezembro, foi constatado que sete novas localizações de câncer passaram a figurar na listas dos que mais acometem brasileiros. Entre os três mais frequentes estão câncer de pele (não melanona), em homens e mulheres; câncer de próstata, em homens; e câncer de mama, em mulheres. Na Bahia, serão 20.620 novos casos em diversas localizações.

Para os oncologistas, a publicação da Estimativa 2012 – Incidência de Câncer no Brasil traça um mapa da doença no país e é de fundamental importância para pautar o desenvolvimento de políticas públicas de Saúde para o setor. Na lista dos mais frequentes no país, a neoplasia mais comum entre homens e mulheres será mesmo o câncer de pele, com 134.170 novos casos estimados em 2012. Entre o sexo masculino, a maior incidência será do câncer de próstata com 60.180 casos e entre as mulheres o câncer de mama, com 52.680 casos previstos.

Na Bahia, o mesmo cenário. Cerca de 2.930 baianos devem ser acometidos pelo câncer de próstata enquanto 2.110 mulheres descobrirão câncer de mama. Em seguida aparecem como mais incidentes casos de câncer de traquéia, brônquios e pulmão, nos homens, e colo do útero nas mulheres.

Nas estimativas de 2012, a novidade, segundo o Ministério da Saúde, é que foram incluídas sete novas localizações de tumores no estudo: bexiga, ovário, tireóide (nas mulheres), Sistema Nervoso Central, corpo do útero, laringe (nos homens) e linfoma não Hodgkin – os últimos ganharam grande repercussão por terem acometido, respectivamente, o ex-presidente Lula, a presidenta Dilma Rousseff e o ator Reynaldo Gianecchini.

Alerta para o câncer de tireóide

Doença que ganhou grande repercussão na mídia na última semana de 2011, por ter sido diagnosticada na presidente da Argentina, Cristina Kirchner, o câncer de tireóide é o quinto mais frenquente entre mulheres na estimativa para este ano. Serão 10.590 novos casos em todo o Brasil.

Esse aumento aparente da incidência se deve, principalmente, segundo especialistas, à melhora dos exames de diagnóstico dos hospitais brasileiros. As causas possíveis da doença vão desde a exposição à radiação até a existência de doenças comuns como cistos, bócio ou meros procedimento inflamatórios da tireóide. O primeiro sintoma aparente é, geralmente, o surgimento de nódulos indolores no pescoço com crescimento gradativo. O tumor pode pressionar a traqueia e causar dificuldades para engolir ou respirar.

Porém, o câncer de tireóide não costuma produzir sintomas e pode ser detectado em exames feitos pela própria pessoa ou em consulta médica. Hábitos como a ingestão regular de vegetais crucíferos, como brócolis e couve-flor podem evitar o aparecimento da doença.

Kirchner foi diagnosticada com um carcinoma papilar da tireoide, um tumor maligno que oferece um prognóstico predominantemente positivo aos seus portadores - uma taxa de sobrevivência de mais de 10 anos em 95% dos casos. A presidente da Argentina será operada nesta quarta-feira, em Buenos Aires. Ela é a quinta líder de governo sul americana a ser acometida por câncer.

A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, teve câncer no sistema linfático mas foi declarada curada em 2009. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva descobriu recentemente um tumor na laringe e passa por tratamento. Além deles, e o presidente do Paraguai, Fernando Lugo e o presidente da Venezuela Hugo Chávez também fizeram tratamentos contra câncer em 2011.

 

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