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A Sputnik V, vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Rússia (Foto: Reprodução)
A Sputnik V, vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Rússia (Foto: Reprodução)

A "briga" do governador Rui Costa (PT) com o Governo Federal e com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela liberação da compra direta de vacinas pelos Estados não é mais novidade. Atualmente, vale lembrar, o embate está no Supremo Tribunal Federal (STF), ainda sem data para receber uma solução.

Entusiasta defensor da vacinação em massa, Rui - que recentemente tomou sua primeira dose - revelou esta semana o quantitativo de doses da Sputnik V contratadas com a Rússia. "A Bahia comprou dez milhões de vacinas e poderá vacinar cinco milhões de pessoas com as duas doses. Em nosso contrato, a Rússia teria que entregar as doses até julho. Até a data de hoje, nós já imunizamos cerca de três milhões de baianos. Então, com esses outros cinco milhões de vacinados, teríamos um total de oito milhões de imunizados até julho, além das outras vacinas que chegarão até lá. É por isso que nós estamos insistindo tanto na liberação da Sputnik V.", revelou o governador.

Por trás dos números anunciados por Rui, há uma realidade que pode ser animadora, para aqueles que acreditam na eficácia das vacinas, ou o oposto, para os que pretendem fugir do imunizante: se os planos do governador se concretizarem, a Bahia conseguirá imunizar mais de 50% da sua população.
De acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado tem atualmente 14.930.634 de pessoas, das quais 3.233.456 já estão vacinadas, sendo que 1.477.632 já tomaram a segunda dose.

Esse volume colocaria a Bahia muito mais perto do considerado ideal pelos especialistas, para que a pandemia possa ser considerada um acontecimento do passado. "Vacina não é uma questão individual. É uma questão de proteção individual, mas principalmente de proteção coletiva. Para que uma vacina seja eficaz, para que a vacina impeça mesmo um grande número de casos, é preciso que cerca de 80 a 85% da população esteja vacinada", explicou a médica infectologista Ceucí Nunes, diretora-geral do Instituto Couto Maia (Icom), um dos primeiros hospitais a receberem os pacientes de Covid-19 na Bahia.

Ainda de acordo com o governador, a Bahia vai continuar insistindo na liberação de importação e uso da vacina russa Sputnik V junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), produzindo material técnico e persistindo na ação judicial junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para liberação da vacina.

"Protocolamos os últimos documentos junto à Anvisa e ao STF para que tenhamos o mais rápido possível essas vacinas liberadas", concluiu.
Com Sputinik V, Rui pretende vacinar mais de  50% da população baiana

A "briga" do governador Rui Costa (PT) com o Governo Federal e com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela liberação da compra direta de vacinas pelos Estados não é mais novidade. Atualmente, vale lembrar, o embate está no Supremo Tribunal Federal  (STF), ainda sem data para receber uma solução.

Entusiasta defensor da vacinação em massa, Rui - que recentemente tomou sua primeira dose - revelou esta semana o quantitativo de doses da Sputnik V contratadas com a Rússia. "A Bahia comprou dez milhões de vacinas e poderá vacinar cinco milhões de pessoas com as duas doses. Em nosso contrato, a Rússia teria que entregar as doses até julho. Até a data de hoje, nós já imunizamos cerca de três milhões de baianos. Então, com esses outros cinco milhões de vacinados, teríamos um total de oito milhões de imunizados até julho, além das outras vacinas que chegarão até lá.  É por isso que nós estamos insistindo tanto na liberação da Sputnik V.", revelou o governador.

Por trás dos números anunciados por Rui, há uma realidade que pode ser animadora, para aqueles que acreditam na eficácia das vacinas, ou o oposto, para os que pretendem fugir do imunizante: se os planos do governador se concretizarem, a Bahia conseguirá imunizar mais de 50% da sua população.

De acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado tem atualmente 14.930.634 de pessoas, das quais 3.233.456 já estão vacinadas, sendo que 1.477.632 já tomaram a segunda dose.

Esse volume colocaria a Bahia muito mais perto do considerado ideal pelos especialistas, para que a pandemia possa ser considerada um acontecimento do passado. "Vacina não é uma questão individual. É uma questão de proteção individual, mas principalmente de proteção coletiva. Para que uma vacina seja eficaz, para que a vacina impeça mesmo um grande número de casos, é preciso que cerca de 80 a 85% da população esteja vacinada", explicou a médica infectologista Ceucí Nunes, diretora-geral do Instituto Couto Maia (Icom), um dos primeiros hospitais a receberem os pacientes de Covid-19 na Bahia. .

Ainda de acordo com o governador, a Bahia vai continuar insistindo na liberação de importação e uso da vacina russa Sputnik V junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), produzindo material técnico e persistindo na ação judicial junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para liberação da vacina.

"Protocolamos os últimos documentos junto à Anvisa e ao STF para que tenhamos o mais rápido possível essas vacinas liberadas", concluiu.

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