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Autoridades em saúde já deram entrevistas falando sobre o risco de falsos-negativos (Foto: Reprodução)
Autoridades em saúde já deram entrevistas falando sobre o risco de falsos-negativos (Foto: Reprodução)

Na primeira semana do março um caso acabou chamando atenção nacional, após viralizar no Twitter e no Facebook: um professor de Uberlândia (MG) morreu pouco depois de ser diagnosticado com covid. Antes, ele havia feito um teste rápido oferecido pela prefeitura que deu resultado falso-negativo.

No dia 16 de fevereiro, Wiliam Zila registrou um depoimento no seu perfil do Facebook relatando que havia testado positivo pouco depois de um resultado negativo, no mesmo sistema de testagem rápida.

De acordo com ele, mais 08 profissionais na mesma escola também passaram pela situação. "Conseguem mensurar quantas famílias eu atendi durante o período de volta às aulas", questionou ele. No início do mês de março, ele, que tinha comorbidades e tinha se mantido longe do vírus desde o início da pandemia, morreu.

Camaçari

Há 1.600km de distância, em Camaçari, a cena se repetiu, mas com um desfecho melhor. A jornalista Jany Silva fez um teste rápido que também deu falso-negativo, apesar de ela já estar sintomática há vário dias.

"Eu estava no décimo dia de sintomas, fui fazer um teste rápido e deu negativo. No mesmo dia saiu o resultado de um PCR que eu havia feito particular e o resultado estava positivo", relatou Jany, já recuperada, em conversa com o Camaçari Fatos e Fotos.

De acordo com Jany, outras pessoas em Camaçari também tiveram falsos-negativos com o teste rápido oferecido pela prefeitura. "Não sou a primeira nem serei a última pessoa a ter um falso negativo, porque isso vem sendo registrado, inclusive, no mundo, infelizmente", declarou a jornalista, que conhece pelo menos três pessoas que receberam diagnósticos incorretos através do exame.

Alto risco

Várias autoridades em saúde já deram entrevistas falando sobre o risco de falsos-negativos: a transmissão da doença. Uma pessoa infectada, dependo do estilo de vida que leva, pode infectar centenas de outras pessoas, direta e indiretamente. Daí a importância do isolamento social.

O falso-negativo, no entanto, põe em risco tanto a vida de quem está infectado, já que a infecção pode evoluir ainda rápido na ausência do tratamento adequando, quanto a vida de todos ao redor, principalmente amigos e familiares dos grupos considerados de risco.

"O teste rápido não é 100% confiável. As pessoas apenas têm que conscientizar que, se está com sintomas da covid, fez um teste rápido e deu negativo, busque fazer outro tipo de teste, não confie nesse negativo.", recomenda Jany Silva, fazendo coro a diversos especialistas.

(Foto: Print | Rede Social)
(Foto: Print | Rede Social)

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