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Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) (Foto: Reprodução)
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) (Foto: Reprodução)

Não há nada em comum entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido): enquanto um foi o melhor presidente que esse país já teve e o primeiro desde Getúlio Vargas a olhar para a população mais carente e os direitos sociais, o segundo é um genocida que, em meio à pandemia, processa governadores e entra na justiça para barrar normas de segurança que têm se mostrado eficazes no mundo inteiro.

Ainda assim, neste sábado (29), os dois tiveram exatamente a mesma postura diante das manifestações populares ocorridas em todo país, pedindo a saída de Bolsonaro da presidência da República: ambos ignoraram solenemente os atos.

Bolsonaro - que mantém a rotina de conversar com apoiadores civis nas imediações do Congresso Nacional e do Palácio da Alvorada - como noticiado pela Record, passou o dia na residência presidencial e saiu no final da tarde para "compromissos pessoais". Ele, que é usuário frequente da rede social Twitter, não postou nem uma palavra sobre os atos.

Lula, que ao longo da semana havia feito vários posts na sua conta do Twitter criticando Bolsonaro, no dia dos atos também se calou: não houve uma postagem sequer, nem sobre os atos, nem sobre Bolsonaro nem sobre coisa alguma.

No caso de Lula, as informações apontam para uma divergência interna no PT a respeito dos riscos de convocar ou mesmo apoiar a ida de milhares de pessoas às ruas, diante da situação atual da pandemia no país. Lula também não se manifestou publicamente a respeito, mas, o silêncio dele já indica qual pode ter sido sua opinião.

Já os psolistas Marcelo Freixo e Guilherme Boulos, por outro lado, apoiaram abertamente as manifestações. Boulos, inclusive, participou dos movimentos em São Paulo. "Estamos nas ruas em defesa da vida. O Brasil é governado pela morte. É a maior encruzilhada da nossa geração", disse o ex-candidato à prefeitura de São Paulo em uma rede social. "Não é desejo de ninguém ir às ruas neste momento. Mas estou entre aqueles que defendem que as circunstâncias não nos deixam alternativas", completou Boulos, em um artigo publicado pela Carta Capital.

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