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Término do auxílio está previsto, mesmo com o aumento no número de casos de Covid-19 no país (Foto: Reprodução)
Término do auxílio está previsto, mesmo com o aumento no número de casos de Covid-19 no país (Foto: Reprodução)

Auxílio é interrompido em meio a nova alta de casos de Covid-19

Com o fim do auxílio emergencial concedido pelo Governo Federal, 48 milhões de pessoas ficarão sem a ajuda financeira a partir de janeiro. Os maiores impactados são os trabalhadores informais.

Por enquanto, o término do auxílio está previsto, mesmo com o aumento no número de casos de Covid-19 no país e das consequentes restrições impostas a alguns setores para evitar aglomerações.

A última parcela será paga pela Caixa Econômica Federal nesta terça-feira (29) e beneficiará 3,2 milhões de brasileiros, encerrando o calendário iniciado em abril.

No ano de 2021, segundo o Ministério da Cidadania, em 2021, só serão pagos valores resultantes de contestações administrativas e extrajudiciais e de decisões judiciais.

Com o fim do auxílio, volta o Bolsa Família, que beneficia 19,2 milhões de pessoas — em abril, os beneficiados que, em abril, migraram para o auxílio emergencial.

Até agora, o governo gastou até agora quase R$ 300 bilhões para pagar o auxílio a 67,9 milhões de pessoas. O pagamento contou com o chamado Orçamento de guerra, permitido após o decreto de situação de calamidade pública, que termina no próximo dia 31.

Em 2021, o Bolsa Família deve aumentar de R$ 192 para R$ 200 e deve acolher mais 300 mil famílias, somando 14,5 milhões, dentro do orçamento de R$ 34,8 bilhões reservado ao programa em 2021.

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