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Todo brasileiro que não registrasse sua vontade, em vida, era presumidamente um potencial doador (Foto: Júnior Aguiar | Sesacre | Divulgação)
Todo brasileiro que não registrasse sua vontade, em vida, era presumidamente um potencial doador (Foto: Júnior Aguiar | Sesacre | Divulgação)

O presidente Michel Temer assinou nesta quarta-feira, 19, o decreto que retira a doação presumida de órgãos e confere mais poder a parentes próximos na autorização da doação de órgãos. Na doação presumida, a pessoa que não quisesse doar seus órgãos, necessitava registrar a expressão "não doador de órgãos e tecidos" em documentos como o RG ou carteira de habilitação.

 

Assim, todo brasileiro que não registrasse sua vontade, em vida, era presumidamente um potencial doador. Apesar disso, ainda continuava obrigatória a consulta familiar para autorização de transplantes de "doadores presumidos".

De acordo com o Palácio do Planalto, este termo já tinha sido alterado pela Lei 10.211/2001, que definiu pelo consentimento familiar. No entanto, o decreto antigo ainda citava o consentimento presumido e precisava ser atualizado com as legislações posteriores. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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