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Saúde

A partir de agora, estrangeiros que vierem a Salvador devem tomar a vacina contra febre amarela. A recomendação é do secretariado da Organização Mundial da Saúde (OMS), que incluiu a capital baiana e outros 87 municípios brasileiros como áreas de recomendação de vacina na quarta-feira (5).

Com isso, na Bahia, o número de cidades que exigem a vacinação de febre amarela para os viajantes passou de 69, em janeiro, para 154. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), a decisão da entidade levou em conta as epizootias – mortes de macacos – e os casos em humanos que estão sendo investigados ao longo da zona litorânea do norte da Bahia, inclusive Salvador, além da morte de um macaco confirmada pelo vírus da febre amarela em Feira de Santana, no Centro-Norte do estado. 

Além de Salvador e dos outros municípios baianos, a nova recomendação também vale para as cidades de Niterói e do Rio de Janeiro (ambas no RJ) e a área urbana de Campinas (SP). Assim, todo o estado do Rio de Janeiro passa a ser área com recomendação de imunização. Já no estado de São Paulo, apenas o município de São Paulo não faz parte da área recomendada para imunização.

Antes do surto atual, a imunização contra a doença já era recomendada para os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além de determinadas áreas da Bahia, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Ainda segundo a Opas, a determinação de novas áreas consideradas de risco de transmissão de febre amarela e com recomendação de vacina é um processo contínuo e atualizado regularmente pela OMS.

Transmissão
Atualmente, o Brasil é afetado apenas pela febre amarela silvestre – transmitida pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes. Até o momento, não há qualquer evidência de que o mosquito Aedes aegypti, presente em zonas urbanas, esteja envolvido na transmissão.

De acordo com o mais recente alerta epidemiológico da Opas, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Peru e Suriname notificaram casos de febre amarela neste ano. A entidade afirma que tem trabalhado para apoiar os países na resposta à doença. No momento, há equipes da Opas em diversas áreas afetadas do Brasil, trabalhando com as autoridades de saúde nacionais e locais.

Para a Opas/OMS, apenas uma dose da vacina é suficiente para garantir imunidade e proteção ao longo da vida. Efeitos secundários graves são extremamente raros.

Pessoas com mais de 60 anos só devem receber a vacina após avaliação cuidadosa de risco-benefício. A vacina contra a febre amarela não deve ser administrada em:

•    Pessoas com doença febril aguda, cujo estado de saúde geral está comprometido

•    Pessoas com histórico de hipersensibilidade a ovos de galinha e/ou seus derivados

•    Mulheres grávidas, exceto aquelas com avaliação de alto risco de infecção e situações em que há recomendação expressa de autoridades de saúde

•    Pessoas severamente imunodeprimidas por doenças (por exemplo, câncer, AIDS etc.) ou medicamentos

•    Crianças com menos de 6 meses de idade (consulte a bula do laboratório da vacina)

•    Pessoas de qualquer idade com uma doença relacionada ao timo

 

 

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