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Política

ACM Neto, que em 2018 declarou apoio ao então candidato Jair Bolsonaro, agora, diante do alto índice de rejeição do presidente, trabalha para desvincular dele a sua imagem se apresentando como terceira via (Foto: Reprodução)
ACM Neto, que em 2018 declarou apoio ao então candidato Jair Bolsonaro, agora, diante do alto índice de rejeição do presidente, trabalha para desvincular dele a sua imagem se apresentando como terceira via (Foto: Reprodução)

Dentro do meio político partidário há um consenso de que ‘uma eleição começa quando outra termina’. A frase indica o conceito de que o percurso para determinado cargo eletivo começa bem antes da campanha eleitoral ser oficializada. E nessa pisada que o ainda prefeito de Salvador, ACM Neto, tem dado mostras de que já está ativamente trabalhando para o próximo pleito.

Embora, ao ser questionado em entrevistas recentes sobre o cargo pretendido - se governador do Estado ou presidente da República - ACM Neto tenha saído pela tangente com declarações de que ainda "é muito cedo" e pedido "paciência", o presidente do Democratas (DEM) anda fazendo as contas dos espólios da eleição recente e do valor deles para o próximo pleito.

"O que posso concluir, numa visão de curto e médio prazos, é que o DEM, hoje, graças ao capital eleitoral que acumulou nas eleições deste ano, tem condições de sentar para conversar com qualquer partido, com qualquer candidato sério a presidente. O partido será ouvido, respeitado e terá relevância. Agora, já será a hora de a gente ter, em 2022, nosso próprio candidato? Não posso responder ainda", desconversou ACM Neto, em entrevista ao jornal Valor Econômico.

Fora Bolsonaro

ACM Neto, que em 2018 declarou apoio ao então candidato Jair Bolsonaro, agora, diante do alto índice de rejeição do presidente, trabalha para desvincular dele a sua imagem se apresentando como terceira via. "O DEM não faz parte do governo Bolsonaro. O DEM não é base do governo Bolsonaro. Todo mundo sabe que temos uma posição de independência em relação a esse governo. Temos ministros neste governo escolhidos pelo presidente. São quadros qualificados, mas escolhidos pelo presidente. E depois, eu não torço contra o governo. Da mesma forma que não sou base, também não sou oposição.", disse ACM Neto, depois do resultado das eleições do domingo (15).

Vale lembrar que o discurso das eleições presidenciais era um pouco diferente: “Mesmo não concordando com tudo, do ponto de vista ideológico e programático, tem uma coisa que nos une e é mais forte, que é não deixar um governo tomado pelo PT", disse Neto à época, mesmo avaliando Bolsonaro como alguém que não “construiu nada sólido” em 30 anos de parlamentar e que “não tem experiência, não tem equipe e não está pronto para governar”.

Ainda no bojo dos passos largos que tenta dar em direção a 2022, entra uma pesquisa recente encomendada pela TV Bahia, empresa pertencente à família Magalhães, que compara as gestões de Rui Costa (PT), governador do Estado, com a de ACM Neto, prefeito de Salvador, focando claramente em capital político e desconsiderando a discrepância enorme entre o que é gerir uma cidade, ainda que seja a capital, e o estado inteiro, inclusive cidade que tem sido para lá de contemplada com obras do governo do estado, o que até tem rendido uma ‘máxima popular’, que diz que “Rui Costa foi o melhor prefeito que Salvador já teve”.

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