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O ex-capitão da PM foi atingido por dois tiros, levado ao hospital e não resistiu (Foto: Divulgação | SSP)
O ex-capitão da PM foi atingido por dois tiros, levado ao hospital e não resistiu (Foto: Divulgação | SSP)

Dias antes da ação, uma das secretarias da pasta do ministro sondou a possibilidade de apoio de um helicóptero e alguns efetivos, a pedido da polícia do Rio de Janeiro

A operação realizada neste final de semana na Bahia contra o ex-capitão Adriano da Nóbrega, ligado ao senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), teve conhecimento prévio do Ministério da Justiça e tentou envolver a Polícia Federal. A informação foi divulgada pela coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo. Dias antes da ação, uma das secretarias da pasta de Sergio Moro sondou a possibilidade de apoio de um helicóptero e alguns efetivos, a pedido da polícia do Rio de Janeiro, que também participou da incursão.

Em geral, operações sensíveis são tratadas pelos canais de inteligência entre órgãos, sem informações sobre o alvo. A PF chegou a pedir que a solicitação fosse formalizada, o que não ocorreu. O ex-capitão da PM foi atingido por dois tiros, levado ao hospital e não resistiu. Foram apreendidos 13 celulares e sete cartões de chip.

Questionada pela reportagem, a pasta da Justiça disse que não teve envolvimento com a operação e que "não haveria nenhum motivo para disponibilizar helicópteros e policiais para a captura de apenas um foragido com esconderijo identificado". A Secretaria de Polícia Civil do Rio informou que "a parte operacional foi realizada pela Polícia Civil da Bahia."

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