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Filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Flávio passou a ser investigado após (Coaf) identificar movimentação financeira considerada atípica em sua conta corrente e na de seu ex-assessor, Fabrício Queiroz (Foto: Reprodução)
Filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Flávio passou a ser investigado após (Coaf) identificar movimentação financeira considerada atípica em sua conta corrente e na de seu ex-assessor, Fabrício Queiroz (Foto: Reprodução)

Senador afirmou que ficava mais com Fabrício Queiroz do que com a família: “Está demonstrando que não é merecedor da minha confiança”

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) disse neste domingo (12/05/2019), em entrevista ao Estadão, que o Ministério Público do Rio de Janeiro está preparando uma manobra para dar “verniz de legalidade” à investigação da qual é alvo. Segundo ele, é por isso que os promotores correm agora para conseguir da Justiça a quebra de seu sigilo bancário e fiscal.

“Para que esse pedido, se meu extrato já apareceu na televisão? Eles querem requentar uma informação que conseguiram de forma ilegal”, disse. “Não tem outro caminho para a investigação a não ser ela ser arquivada – e eles sabem disso.”

Filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Flávio passou a ser investigado após o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificar movimentação financeira considerada atípica em sua conta corrente e na de seu ex-assessor, Fabrício Queiroz.

Ele nega ter cometido irregularidade e que tenha pedido a seus funcionários que devolvessem parte do salário.

Afirma, contudo, que as versões dadas até agora por Queiroz, com quem trabalhou por mais de 10 anos, soam estranhas e diz que ele precisa se explicar. “Talvez tenha sido meu erro confiar demais nele”, disse.

CPFs diferentes
Flávio diz que não sabe onde Queiroz está. “Como é que eu vou saber? Ele tem um CPF e eu tenho outro. A última vez que falei com Queiroz foi quando ele teve cirurgia do câncer e liguei para saber se estava tudo bem. E nunca mais falei com ele. Não sei onde ele está, não tenho informação da família, não sei nada”, garante.

Lembrado que o ex-assessor e ex-motorista foi seu empregado por muitos anos, o senador falou em confiança. “Ele tinha a minha confiança. Na época, ele tinha. Está demonstrando que não é merecedor dela. A demora dele em falar me atrapalhou muito. Fui sendo fritado enquanto ele não falava nada”, observa.

Flávio também afirma que Queiroz gozava da confiança de seu pai. “Com certeza ou não teria vindo trabalhar comigo. Ele convivia mais comigo. Mais de 10 anos trabalhando comigo quase todo dia. Eu estava mais junto com o Queiroz algumas vezes do que com a minha família”, ressalta.

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