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Edivaldo Ribeiro e Silva, 48 anos, o Vado Malassombrado (DEM) (Foto: Reprodução)
Edivaldo Ribeiro e Silva, 48 anos, o Vado Malassombrado (DEM) (Foto: Reprodução)

Político assume cargo efetivo de vereador de Salvador nesta segunda-feira (4)

Edivaldo Ribeiro e Silva, 48 anos, o Vado Malassombrado (DEM), assume nesta segunda-feira (4) novo mandato no cargo de vereador de Salvador. A posse acontece há exatos dois meses depois que o vereador passou dois dias desaparecido.

Ao CORREIO, durante sessão solene de abertura dos trabalhos legislativos de 2019, o vereador negou que tenha sumido. Ele, que foi considerado desaparecido e procurado por equipes do Departamento de Proteção a Pessoa (DPP), destacou que, na

verdade, estava orando e que perdeu contato com as pessoas por uma pane no seu celular.

"Eu lembro sim de tudo que aconteceu. Eu tenho costume de ir ao monte orar e agradecer a Deus. Orar pela minha e pela família de todos vocês. Precisamos nos cobrir pelo sangue do cordeiro de Deus. Eu tenho costume de quando sair atender o celular normalmente, mas meu celular deu um pane e as pessoas não tiveram como se comunicar comigo", afirmou Vado que foi encontrado nas dunas do Abaeté.

O vereador destacou o fato foi importante para que ele percebesse o quanto é querido pelas pessoas. "No meio desse período apareceu um corpo queimado e carbonizado dentro de um carro e a começaram a ligar a minha pessoa. Lá onde eu estava não tinha televisão nem  tão pouco celular, mas tudo acontece com a premissão de Deus. Diante desse fato eu tive como perceber como as pessoas me amam. Eu só tenho a agradecer o carinho que todas as pessoas têm por mim e pela corrente de oração que fizeram pela minha pessoa. O episódio causou um impacto positivo na minha carreira política pélo carinho das pessoas. Eu pedi as contas das quantidades de pessoas que vieram até a mim com uma palavra de carinho. ", explicou.

Vado negou ainda que, no dia anterior ao sumiço, tenha feito uma carta de renúncia. "Não existiu carta de renúncia. Isso foi algo contraditório de alguns veículos de imprensa que publicaram. Não existe isso. A prova viva é que eu estou aqui. Eu  jamais eu ia decepcionar as pessoas que depositaram seu voto em mim para fazer as  melhorias. É isso que quero dar oportunidade", justificou o edil que afirmou que não fez nenhum acompanhamento psicólógico depois do episódio do desparecimento.

Eleito vereador pela primeira vez em 2012, depois de uma tentativa frustrada em 2008, Vado conta em seu perfil no site da Câmara que já foi pedreiro, marceneiro, mecânico, carpinteiro, eletricista, ambulante, vendedor de picolé e de pastéis, antes de se tornar um edil.

Vado é natural de Olinda (PE) e veio para Salvador quando tinha 12 anos. É casado e tem dois filhos. Está no segundo mandato de vereador pelo Democratas, tendo assumido uma cadeira na Câmara Municipal de Salvador em 2013, com 4.059 votos. Na segunda eleição, sua votação chegou a 7.410 votos.

Morador da localidade da Mangueira, na Cidade Baixa, ele realiza nas comunidades carentes há 30 anos com o Trio Malassombrado (carro de som construído por ele).

"Eu sou uma prova viva que se você tem um sonho você tem que seguir e com a fé você alcança. Deus me deu uma missão. Se eu cheguei até aqui eu tenho que fazer a difernça. Vou dar continuidade a todos os projetos que eu já trabalhava como vereador suplente e agora como vereador interino a exemplo do projeto 56/2015, aprovado e  sancionado, pelo prefeito que deu origem ao programa Morar Melhor", afirmou Vado que era suplente de Leo Prates (DEM), que agora é deputado estadual.

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