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Política

Depois de afirmar que gostaria de ser ministro dos Transportes de Jaques Wagner (PT), caso o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico (PT) entre na corrida presidencial e seja eleito, o vice-governador da Bahia, João Leão (PP), afirmou que vai defender na Executiva nacional do PP que o ministro da Saúde, o deputado federal licenciado Ricardo Barros, seja candidato a presidente da República. O vice do Palácio de Ondina ressaltou, porém, que só fará a proposta se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) for proibido pela Justiça de disputar a eleição deste ano.

"Vou discutir isso com a direção do meu partido. Meu candidato é Lula, acho que Lula merece ser candidato a presidente da República, em função de que tudo fez pelo Brasil, principalmente, pela Bahia e pelo Nordeste. Agora, se Lula não puder ser candidato, Ricardo Barros vem a cumprir uma lacuna muito grande. O Brasil não tem candidato”, afirmou, durante o evento do ministro da Saúde, na sede da União dos Municípios da Bahia (UPB), em Salvador. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) manteve a decisão do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelo processo da Lava Jato na primeira instância, e ampliou a pena de nove anos e seis meses para 12 anos e um mês para Lula. Com a permanência da punição, o ex-chefe do Palácio do Planalto deve ter a candidatura indeferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com base na Lei da Ficha Limpa.

Apesar da defesa de Leão em favor de Lula, o Partido Progressista nacional já teria selado um acordo com o Democratas para apoiar a candidatura do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), ao Palácio do Planalto. O próprio filho do vice-governador, o deputado federal Cacá Leão (PP), já chegou a defender, publicamente, que o PP se alinhe com Maia. “Dos nomes ventilados, o de Rodrigo Maia é o melhor para ser presidente. É o que tem mais condições de unificar o país. Como presidente da Câmara, já mostrou que tem habilidade e está credenciado para isso”, disse Cacá, em recentes entrevistas. O parlamentar acredita, no entanto, que o eventual apoio a Maia não irá interferir na decisão do PP na Bahia de integrar a chapa do governador Rui Costa (PT). “Acho que, se o PP nacional fechar, Maia será o nosso candidato a presidente, mas isso não interfere em nada na nossa relação no estado. Teremos a liberdade para decidir aqui. Uma coisa não interfere em nada. Torço muito para que Maia seja o nosso candidato a presidente”, ressaltou.

 

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