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Política

O deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, presidente do Solidariedade e da Força Sindical, assinou o manifesto “Eleição sem Lula é Fraude” que defende o direito de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser candidato na eleição presidencial deste ano. Aliado de Lula durante o governo do PT, Paulinho foi um dos principais defensores e articuladores do impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff. Segundo aliados do parlamentar, Paulinho justificou a adesão ao manifesto com o argumento de que “Lula só pode ser afastado pelo voto popular” e não por decisões judiciais. O ex-presidente foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão em primeira instância no caso do triplex do Guarujá. No dia 24 o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) vai julgar a apelação da defesa de Lula. Se a condenação for confirmada o petista pode ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e ficar inelegível.

O manifesto “Eleição sem Lula é Fraude” foi elaborado pelo ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim e conta com mais de 150 mil assinaturas, entre elas as do linguista Noam Chomsky e do cineasta Oliver Stone. Paulinho não é o único possível adversário de Lula a assinar o documento. A deputada estadual Manuela d’Ávila (PCdoB-RS), pré-candidata pelo PCdoB, e o líder sem-teto Guilherme Boulos, que negocia a possibilidade de ser candidato pelo PSOL, também firmaram o manifesto. Na semana que antecede o julgamento no TRF-4 Lula vai participar de duas reuniões com artistas e intelectuais em São Paulo, no dia 15, e no Rio, dia 16.

Julgamento -  O julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva provocou mudanças na rotina do Tribunal da Lava Jato. Nesta quinta-feira, 11, o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, informou que os prazos e as intimações nos processos físicos e eletrônicos em curso na Corte foram suspensos nos dias 23 e 24. O expediente também será alterado nessas datas. No dia 24, uma quarta-feira, o Tribunal vai julgar os recursos de Lula, condenado pelo juiz Sérgio Moro a uma pena de 9 anos e seis meses de prisão, e de outros seis réus no processo do triplex do Guarujá. A suspensão leva em conta as medidas que estão sendo adotadas pelos órgãos de segurança pública do Estado do Rio Grande do Sul e pela Polícia Federal "para garantir a segurança do público interno e externo durante a realização do julgamento da Apelação Criminal nº 5046512-94.2016.4.04.7000 no dia 24 de janeiro, às 8h30, pela 8.ª Turma". Por meio da portaria 32/2018, o presidente do TRF4, desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores, estabeleceu que o expediente no tribunal no dia 23 de janeiro será das 8h às 12h. No dia 24, não haverá expediente administrativo e judicial, exceto para os servidores diretamente envolvidos com a realização e apoio da sessão de julgamento.

 

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