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Política

O delator Lúcio Bolonha Funaro disse que presenciou em 2012 um telefonema do então vice-presidente Michel Temer (PMDB) para autorizar pagamentos eleitorais como um "pedágio" para liberação de créditos da Caixa Econômica Federal. Esse seria um dos indícios citados pela Polícia Federal (PF) que inclui o nome de Temer no chamado "quadrilhão" do PMDB.

No inquérito concluído nesta segunda, 11, a PF afirma que há provas do envolvimento dos ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, do ex-ministro Geddel Vieira Lima e dos ex-presidentes da Câmara Henrique Eduardo Alves e Eduardo Cunha em prática do crime de organização criminosa.

Ainda segundo a PF, eles mantinham uma "estrutura organizacional com o objetivo de obter, direta e indiretamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública direta e indireta".

Delação de Funaro

Funaro disse, em sua delação, que o empresário Henrique Constantino, da empresa Gol, pediu uma prova de que os recursos encaminhados para a campanha de Gabriel Chalita (PMDB) à Prefeitura de São Paulo era de fato um pedido de Temer. Para resolver a situação, Funaro entrou em contato com o então deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) e logo após Temer teria ligado para Constantino, agradecendo a contribuição.

A assessoria de Temer nega que o presidente tenha feito essa ligação. Já a de Constantino afirma que ele está colaborando com as autoridades para esclarecer os fatos.

Funaro também apontou os nomes de Geddel Vieira Lima, Eduardo Cunha, Moreira Franco, Romero Jucá, Reinaldo Azambuja, Delcídio do Amaral e Sérgio de Souza como beneficiários de pagamentos.

 

 
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