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Política

“Os álibis do ex-presidente são falsos”, afirmou o juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, na sentença histórica de 218 páginas em que condenou Lula a nove anos e seis meses de prisão no caso triplex – apartamento situado no Guarujá, litoral de São Paulo, cuja propriedade a força-tarefa da Polícia Federal e da Procuradoria da República atribuem ao petista.  “Considerando que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua esposa eram proprietários de fato do apartamento 164-A, triplex, no Condomínio Solaris, no Guarujá, que as reformas foram a eles destinadas, e que os álibis do ex-presidente são falsos, há corroboração dos depoimentos dos acusados José Adelmário Pinheiro Filho e de Agenor Franklin Magalhães Medeiros, de que houve um acerto de corrupção, tendo por beneficiário específico o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, assinalou o juiz da Lava Jato.

Segundo o juiz, ‘o condenado ocultou e dissimulou vantagem indevida recebida em decorrência do cargo de Presidente da República’. “Afinal e isso foi admitido pelo próprio ex-presidente, embora com argumentos falsos, jamais houve discussão concreta com ele sobre o preço do apartamento 164-A, triplex, jamais foi discutido concretamente que o ex-presidente pagaria diferença necessária, e jamais houve discussão sobre o ressarcimento da OAS Empreendimentos pelas despesas havidas na reforma, aliás, sequer houve questionamento sobre a diferença de preço e custos das reformas”, destaca Moro.

 
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