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Política

Foi uma quinta-feira de perplexidade em todo País com as revelações do áudio gravado por Joesley Batista, um dos sócios do frigorífico JBS, colocando o presidente Michel Temer (PMDB) no coração da Lava Jato e comprometendo ainda mais o senador Aécio Neves (PSDB-MG),  que já é investigado na operação.

Na Bahia, políticos de vários partidos não esconderam preocupação com o agravamento da crise, e mesmo entre integrantes da base do governo há quem defenda o impedimento de Temer. Outras sugerem eleições dietas.

Uma dessas vozes é o deputado federal João Gualberto, presidente do PSDB no estado, que ontem protocolou, junto com outros sete deputados tucanos, um pedido de impeachment do presidente Michel Temer.

“Não temos como, neste momento,  ter defendido o impeachment de Dilma Rousseff (PT) e não defender o de Temer”, afirmou o parlamentar. Mesmo fazendo parte do governo, João Gualberto disse que o PSDB não pode ficar calado e se omitir diante das denúncias.

Também aliado do presidente Temer, o prefeito ACM Neto (DEM) disse que a situação é crítica, mas pediu cautela. “Estamos diante de uma situação muito grave e não se pode desconhecer que há um agravamento da crise política”, disse ele. “ Agora, em vez de ficar especulando, é importante ter o cuidado de aguardar os fatos de maneira mais clara”, sugeriu.

Em declaração ao site Bahia Notícias, o governador Rui Costa (PT) disse lamentar a instauração de uma nova crise no País, com as revelações de que o presidente Temer teria dado aval para “comprar” o silêncio do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato.

"É um sentimento de tristeza e indignação. Todos os fatos precisam ser apurados e esclarecidos com máximo rigor", defendeu Rui, que pediu  “equilíbrio e bom senso” para evitar o agravamento da crise política e reflexos na economia do País.

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) também se manifestou pelo Twitter: “Esse é um momento muito delicado e o único caminho para reorganizar e recompor o país é a realização de eleições diretas já”, defendeu.

O senador Otto Alencar (PSD-BA), cujo partido é da base de Temer, considerou, em entrevista à Rádio Metrópole, “gravíssimas” as denúncias. Ele também defendeu o impeachment do presidente. Quanto a Aécio, disse que o tucano "quis calar a Justiça" como fez o senador cassado Delcídio do Amaral, que tentou comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, um dos delatores do esquema de corrupção que atuava na estatal.

O secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, o ex-governador e ex-ministro Jaques Wagner (PT) defendeu, em sua página no Facebook , eleições diretas. “Somente a convocação do poder soberano, o voto popular, poderá carregar de legitimidade e trazer de volta a mínima estabilidade para condução dos destinos do País".

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