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Estamos hoje com 158 municípios que já decretaram estado de emergência, por causa da seca. Nós precisamos ser atendidos nesta questão de emergência, com urgência - disse o Presidente da UPB e Prefeito Luiz Caetano (Foto: ASCOM/UPB)
Estamos hoje com 158 municípios que já decretaram estado de emergência, por causa da seca. Nós precisamos ser atendidos nesta questão de emergência, com urgência - disse o Presidente da UPB e Prefeito Luiz Caetano (Foto: ASCOM/UPB)

Um plano de ação contra a seca em algumas regiões da Bahia foi firmado, por meio da assinatura de três convênios entre o governo do estado e o Ministério de Integração Nacional, nesta segunda-feira, 26 de março. Porém, quem roubou a cena foi o prefeito de Camaçari e presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Luiz Caetano, ao cobrar “urgência na emergência”.

Recursos emergenciais para o combate à seca na Bahia, no valor de R$ 10 milhões, foi o foco do primeiro convênio assinado entre o governador Jaques Wagner e o ministro Fernando Bezerra. O segundo convênio versou sobre a construção de 1.200 cisternas para o semiárido baiano, no valor de R$ 168 milhões e, o último, destina investimentos de R$ 25 milhões para implementação do eixo Inclusão Produtiva do Plano Brasil sem Miséria, visando à estruturação e dinamização de Arranjos Produtivos Locais (APLs) inseridos nas Rotas de Integração Nacional.

“Estamos hoje com 158 municípios que já decretaram estado de emergência, por causa da seca. Nós precisamos ser atendidos nesta questão de emergência, com urgência. O senhor ministro já destinou convênio de R$ 200 mil para alguns municípios, e isso gerou uma ciumeira danada nos prefeitos, oh raça ciumenta é prefeito... [risos]. Então, peço que o senhor destine este convênio de R$ 200 mil para todos os municípios”, afirmou Luiz Caetano, arrancando aplausos do lotado auditório da Fundação Luiz Eduardo Magalhães, no Centro Administrativo. “Que a gente coloque emergência nesta urgência e urgência nesta emergência”, divagou o prefeito.

"Nós estamos vivendo uma seca muito dura, talvez a pior dos últimos 40 anos. Muitos serviços já estão sendo feitos em função de que essa seca já dura três anos, mas agora temos que acelerar tanto as medidas emergenciais quanto as estruturais", disse Wagner. O governador declarou ainda solidarizar-se com os prefeitos baianos que têm enfrentado a questão da seca: “Mais fácil do que falar com a presidenta, com o ministro ou com o governador, é bater na porta do prefeito, 4h da manhã, para reclamar a falta de água, o gado que está morrendo, a safra que está sendo perdida”.

“Tenho a obrigação do enfrentamento aos desastres naturais. A seca se alastra por diversos estados do Nordeste e isto tem sido visto com atenção pela presidenta Dilma”, afirmou o ministro da integração Nacional. Fernando Bezerra elogiou o programa Água para Todos, do governo do estado e informou que serão instaladas na Bahia 40 mil cisternas, de consumo e de produção, com verbas do seu ministério e da Codevasf.

Sobre os convênios firmados, os recursos de R$ 168 milhões serão repassados do programa Água para Todos para a Companhia de Engenharia Ambiental e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb), que será responsável pela implantação dos sistemas. Desse total, R$ 71 milhões já foram empenhados pelo Ministério da Integração Nacional. Os primeiros 496 sistemas serão entregues até o final deste ano, beneficiando cerca de 20 mil pessoas residentes em comunidades rurais baianas.

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Luiz Caetano, arrancou aplausos do lotado auditório da Fundação Luiz Eduardo Magalhães, no Centro Administrativo (Foto: CFF/Carlos Eduardo Freitas)
Luiz Caetano, arrancou aplausos do lotado auditório da Fundação Luiz Eduardo Magalhães, no Centro Administrativo (Foto: CFF/Carlos Eduardo Freitas)

 

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