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Oito anos de mandato não foram suficientes para o prefeito João Henrique, que governou pelo PDT, PMDB e agora pelo PP. Com dez meses de administração, antes de passar o cargo ao seu sucessor, o líder do Executivo já cogita voltar ao poder em 2014, sem revelar, entretanto, o cargo eletivo que pretende ocupar.

Como o foco no momento é a disputa municipal, onde ele deve se empenhar para eleger o candidato da sua legenda João Leão, o alcaide, que não demonstra receio em ter as contas rejeitadas e ficar inelegível, não se estendeu muito sobre os projetos futuros, mas, em entrevista ao Bahia Notícias, ontem, ele confirmou que provavelmente irá disputar as eleições daqui há dois anos, podendo concorrer a uma vaga no Senado (deixada pelo seu pai, o senador João Durval Carneiro) ou ainda como governador, deputado federal ou até mesmo retornar à Assembleia Legislativa – esta, porém, é a opção menos provável.

Embora não tenha definido ainda o posto que pretende assumir, João Henrique está certo de que terá sua foto nas urnas no pleito de 2014.

“Ainda não sei a que serei candidato. A vida nos reserva muitas surpresas”, disse, revelando estar focado, neste momento, em concluir sua gestão “de cabeça erguida”.

“Ainda tenho que realizar muita coisa até dezembro. Uma cidade como Salvador, dinâmica, pulsante, com três milhões de habitantes, é um desafio a cada dia”, ponderou.

Procurado pela reportagem, o pré-candidato do PP à Prefeitura de Salvador e chefe da Casa Civil, João Leão, disse que o seu correligionário tem ampla possibilidade de concorrer e vencer qualquer cargo eletivo. Contudo, reforçou a necessidade de voltar os olhos para a campanha de 2012.

“Todo partido quer chegar ao poder, da mesma maneira que o PP pretende dar continuidade na Prefeitura do Salvador, o que não significa que eu serei igual a João Henrique, pois o nosso objetivo é melhorar cada vez mais a administração, mas ele tem o meu apoio e eu acredito tranquilamente na vitória dele”, opinou João Leão.

Sobre o seu incondicional apoio à candidatura em 2014, o secretário foi taxativo: “Ainda tem muita água para passar debaixo dessa ponte. Política vive de momento e na hora a gente avalia a situação antes de definir que cargo ele poderá disputar”, completou o chefe da Casa Cilvil.

 

 

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