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A primeira articulação política do governador Jaques Wagner (PT) após o Carnaval será arrumar seu secretariado
A primeira articulação política do governador Jaques Wagner (PT) após o Carnaval será arrumar seu secretariado

A primeira articulação política do governador Jaques Wagner (PT) após o Carnaval será arrumar seu secretariado. A movimentação já começou, na verdade, e no início do próximo mês o chefe do Executivo deverá tornar públicos os nomes dos novos secretários e de suas respectivas pastas.

Certeza mesmo, até então, é que o titular da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), Carlos Martins, desincompatibilizará em virtude de sua candidatura à prefeitura de Candeias, cidade na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Outra certeza é a de que o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli ocupará uma pasta no governo do estado.

No rol das especulações, as informações dão conta de que o ex-chefe da petrolífera deverá assumir a Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan), que hoje é administrada pelo deputado federal licenciado Zezéu Ribeiro. Caso deixe a Seplan, o petista deverá ocupar uma cadeira de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Mas ele não confirma a informação. Quem também pode deixar sua pasta para ser candidato a prefeito é o secretário de Combate à Pobreza Carlos Brasileiro, que deverá concorrer à prefeitura de Senhor do Bonfim. Ele também já foi consultado pela reportagem e não confirmou a informação. Disse que o governador é quem decidirá.

A Tribuna conversou com o chefe da Casa Civil do Estado e articulador político de Jaques Wagner, Rui Costa. Ele não confirmou as especulações nem deu pistas das modificações, mas afirmou que “o governador já definiu as modificações e vai escolher o momento certo para anunciar”. Diante das informações de que o secretário do Turismo, Domingos Leonelli, também poderia deixar seu cargo, a reportagem questionou se seria mesmo quatro as secretarias que sofreriam modificações. “Acho que não chega a isso tudo, não”, disse Rui, em tom de mistério.

Quanto a Gabrielli, uma fonte garantiu à reportagem que ele só assumirá alguma pasta que lhe dê poder de realização de obras visibilidade para as eleições 2014, para as quais seu nome está no tabuleiro dos possíveis candidatos à sucessão do governador.

Gabrielli voltou a declarar que ainda não conversou com governador. “Posso assegurar que vim para trabalhar e isso farei, mas o espaço ainda não foi definido.

Só me sentarei com Wagner no final do mês”, destacou. Zézeu, por sua vez, assim como o companheiro de partido, não deixou pistas de qual será o seu destino político. “Não trabalho com especulações Continuamos a trabalhar com a tranquilidade que sempre trabalhamos”. Especula-se ainda que o petista pode ser alocado na Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração (SICM), com a migração do seu atual gestor, James Correia, para a vaga de Carlos Martins na Fazenda.

Votações só na próxima terça

Graças a um acordo que já se tornou rotineiro nos feriados de Carnaval em Brasília, os deputados e senadores só retomarão a votação de projetos no Congresso a partir da próxima terça-feira, 28. Oficialmente, a Câmara e o Senado funcionam normalmente a partir da Quarta-Feira de Cinzas - há sessões de debates previstas nas duas Casas -, mas os líderes dos partidos decidiram que nenhuma deliberação será feita antes da semana que vem.

“Houve um acordo de líderes. Mesmo se o presidente da Casa, por austeridade, decidisse convocar uma votação, provavelmente não conseguiria quórum nesta semana”, disse o deputado Guilherme Campos (SP), líder do PSD na Câmara. “Em outros casos, até poderíamos fazer uma queixa, mas esse caso é o tipo da briga que não vale a pena.”

Os parlamentares alegam que continuam trabalhando em seus Estados, onde têm suas bases e precisam prestar contas a seus eleitores.
Os deputados devem retomar os trabalhos na terça com a votação do Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público (Funpresp), que vai financiar a aposentadoria de servidores públicos.

O projeto deveria ter sido votado no dia 8 de fevereiro, mas foi freado pelo presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS).
As comissões da Casa também só têm reuniões previstas a partir do dia 28. Já a reforma do Código Florestal está prevista para entrar na pauta da Câmara nos dias 6 e 7 de março, segundo o ex-líder do PT, Paulo Teixeira (SP).

O Senado deve retomar parcialmente suas atividades nesta quinta-feira, mas sem votações. A Comissão de Direitos Humanos realiza uma audiência pública sobre a ação de reintegração de posse no Pinheirinho, comunidade de São José dos Campos, em São Paulo. Foram convidados representantes da Polícia Militar paulista, do governo do Estado e da Justiça.

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