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O corpo de Tailan Matheus Silva dos Santos, de 21 anos, foi encontrado em uma mata atrás do condomínio (Foto: Reprodução)
O corpo de Tailan Matheus Silva dos Santos, de 21 anos, foi encontrado em uma mata atrás do condomínio (Foto: Reprodução)

A angústia da família do estudante Tailan Matheus Silva dos Santos, de 21 anos, acabou no final da manhã desta quinta-feira, 22, após a confirmação de que o corpo encontrado em uma mata atrás do condomínio Residencial Colina Solar, no bairro de Cajazeira II, em Salvador, era dele.

Tailan foi assassinado na noite de terça, 20, e teve o corpo jogado de uma ribanceira de cerca de 30 metros, nos fundos do condomínio. Ele saiu de casa, na Vila Nova de Pituaçu, na avenida São Rafael, para consertar uma bicicleta no Colina Solar.

A família sabia que ele havia sido morto, mas o corpo ainda não havia sido encontrado.

“A gente soube [da morte] no dia. Ele veio com um colega que mora aqui e esse colega avisou. Foi a primeira vez em que ele esteve nesse condomínio”, disse a madrinha de Tailan.

O A TARDE apurou que ele foi assassinado porque traficantes acharam que ele era integrante da facção criminosa Bonde do Maluco. O jovem foi acusado de ser do BDM após os traficantes descobrirem que ele morava na Vila Nova.

O crime foi cometido por dois traficantes que costumam vender drogas na entrada do Colina Solar. Naquela região, há atuação de traficantes ligados tanto à facção Katiara, quanto ao BDM.

A reportagem apurou ainda que o fato de Tailan ter diversas tatuagens, inclusive de algumas imagens com significados específicos no mundo do crime, reforçou a suspeita dos traficantes de que ele integrava uma facção criminosa.

Baleado na ribanceira

“Ele estava desaparecido desde terça-feira, quando saiu com um colega que mora aqui [ Residencial Colina Solar]. A motivação está sendo investigada”, afirmou a delegada Marilene Lima, do Departamento de Homicídios (DHPP).

De acordo com o perito Fábio André, do Departamento de Polícia Técnica (DPT), tudo indica que Tailan foi baleado antes de ser jogado na ribanceira.

“Pela posição em que o corpo estava [deitado de lado], ele não foi morto na mata. Provavelmente, ele foi baleado e jogado da ribanceira. Acredito que ele foi baleado na ribanceira, pois seria mais difícil passar com o corpo pela grade”, afirmou o perito.

Além disso, foram encontradas duas lesões provocadas por projétil de arma de fogo na cabeça da vítima. “Ainda não dá para saber se foi um ou dois tiros, pois uma das lesões pode ter sido provocada pela saída do projétil”, completou Fábio André.

Tatuagens

Tailan tinha seis tatuagens, sendo um Demônio da Tasmânia no ombro direito, um Frajola no antebraço esquerdo, uma gueixa no lado esquerdo do abdômen e outra na coxa direita, uma samurai no lado direito do abdômen e a frase “Arrependei enquanto há tempo” nas costas. “O que desgraçou ele foram aquelas tatuagens. Ele estava iludido e colocou as tatuagens”, disse a madrinha do rapaz, sem dar mais detalhes.

Ela confirmou que ele já foi preso, mas não soube informar quando e nem o motivo. “Hoje, ele não estava envolvido com nada. Estava convertido, servido na obra. Ele hoje era um ser humano restaurado na graça de Deus”, completou a mulher.

 

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