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Jacob foi condenado por falsificar documentos e dispensar licitação na construção de uma creche (Foto: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados)
Jacob foi condenado por falsificar documentos e dispensar licitação na construção de uma creche (Foto: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados)

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) decidiu suspender, nesta quarta-feira (23), o direito do deputado federal Celso Jacob (PMDB-RJ) de deixar o Complexo Penitenciário da Papuda para trabalhar no Congresso Nacional. O veredicto ocorre após o parlamentar que cumpria regime semiaberto ser flagrado com dois pacotes de biscoito e um queijo provolone escondidos na cueca.

Os alimentos foram encontrados durante revista feita no domingo quando Jacob voltava para a Papuda. Pela infração, ele passará sete dias em regime de isolamento.

Os desembargadores do TJDFT atenderam ao recurso do Ministério Público que questionava a falta de fiscalização da atuação de Jacob, já que não haveria um “chefe” responsável por controlar o exercício das suas atividades parlamentares. Jacob, conhecido como “deputado-presidiário”, foi condenado a sete anos de prisão por falsificar documentos e dispensar licitação na construção de uma creche em 2002.

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