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Líbio morreu aos 22 anos (Arquivo Pessoal/Reprodução)
Líbio morreu aos 22 anos (Arquivo Pessoal/Reprodução)

A morte cerebral foi confirmada na manhã de hoje após terceiro exame do protocolo de morte encefálica

A família do jovem Líbio Chaves Mendonça, de 22 anos, deve decidir ainda nesta terça-feira (10) se vai doar os órgãos do rapaz. A morte cerebral foi confirmada por neurologistas na manhã de hoje após o terceiro exame do protocolo de morte encefálica, aberto por uma equipe de médicos do Hospital Geral do Estado (HGE).

Os exames clínicos e complementares foram feitos durante intervalos de tempo variados, desde a tarde de ontem, para identificar se ainda havia respostas aos estímulos cerebrais. Até 12 pessoas podem se beneficiar com a doação de órgãos e tecidos de Líbio.

Caso a doação seja decidida, após a retirada dos órgãos, o corpo de Líbio deve ser encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para a conclusão do laudo médico e criminal.

O jovem foi baleado na madrugada de domingo (8) na Praça de Guarajuba e socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE). Apesar de familiares terem comunicado a morte do rapaz na noite do domingo, a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) aguardou a conclusão do protocolo de morte encefálica.

Crime
Segundo o delegado, Líbio saiu em defesa de um amigo que foi agredido com um soco por um homem que chegou ao local em uma motocicleta. “Um dos homens desceu da moto já dando um soco no amigo de Líbio", diz o delegado. A vítima foi defender o amigo e investiu contra o agressor, que já sacou a arma e atirou no jovem. "Nós estamos achando que ou eles foram confundidos com alguém ou foi aquela rixa que existe entre os moradores locais e os visitantes", explica Borba.

O delegado descartou a possibilidade de assalto e disse que os amigos que estavam com Líbio, cinco rapazes, negaram que tenha havido uma briga.

Suspeitos
Três suspeitos de terem participado do crime em que o estudante de engenharia foi baleado na cabeça foram presos nesta segunda-feira (9), mas não foram reconhecidos pelas testemunhas. Segundo o delegado Nilton Borba, a participação do trio no crime foi descartada, mas os três permanecem presos pois foram flagrados com cerca de 2kg de maconha.

O trio foi preso em uma diligência da polícia em Itacimirim. Segundo o delegado, a polícia já tem outros suspeitos, mas não pode revelar nomes para não atrapalhar na investigação. As buscas continuam.

"Os três ficaram presos em flagrante por conta das drogas, mas em relação ao crime já ficou claro que eles não tiveram participação. As testemunhas não reconheceram", explica o delegado. O trio será autuado por tráfico de drogas.

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Família deve decidir sobre doação de órgão de jovem morto em Guarajuba
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