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Um dos envolvidos se sentiu ameaçado por seu colega e acionou a polícia (Foto: Reprodução)
Um dos envolvidos se sentiu ameaçado por seu colega e acionou a polícia (Foto: Reprodução)

Uma confusão envolvendo dois estudantes da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no campus da Federação, resultou na condução dos dois à delegacia na manhã desta quarta-feira, 10. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), a discussão teve início após um universitário defender Fernando Haddad (PT) e o outro, Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo o relato, um dos envolvidos se sentiu ameaçado por seu colega e acionou a polícia. Agentes da 41ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Federação) se uniram na diretoria da unidade de ensino e buscaram solucionar o caso.

Os estudantes, no entanto, decidiram ir à 7ª DT (Rio Vermelho). No local, os dois foram ouvidos e liberados. Uma nova data foi marcada para que o caso seja prosseguido.

A Ufba se posicionou, através de nota, informando que dois alunos que cursam História na unidade estavam discutindo sobre política e que após a situação, um deles sentiu-se ameaçado e chamou a viatura policial que passava no momento pela Estrada de São Lázaro, próximo a instituição.

Os policiais teriam o acompanhado para que estudante recuperasse seus pertences na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) e após conversar com a diretora da instituição, os estudantes decidiram seguir para delegacia, como informou a SSP-BA.

Além dos dois alunos, advogados e professores da faculdade de Direito da Ufba também se dirigiram a unidade policial. Além disso, em nota a Ufba também informou que o reitor João Carlos Salles entrou em contato com o governador Rui Costa, para falar sobre a ação policial. A instituição concluiu dizendo que o clima no local é de tranquilidade.

Morte de mestre Moa

Na noite do último domingo, 7, dia de votação do primeiro turno, o mestre de capoeira Moa do Katendê foi morto com 12 facadas após uma discussão política em um bar localizado no Dique Pequeno, no Engenho Velho de Brotas.

O autor do crime, Paulo Sérgio Ferreira de Santana, 36 anos, foi preso e confessou o crime à polícia. A morte de Moa gerou uma comoção nacional.

Paulo, que é apoiador de Bolsonaro, disse que esfaqueou o mestre porque ele era contrário ao candidato do PSL e  teria uma visão a favor do PT.

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