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Leões são vítimas constantes, como o leão Cecil, símbolo do Zimbábue morto em 2015 por um turista americano (ZIMBABWE NATIONAL PARKS/AFP)
Leões são vítimas constantes, como o leão Cecil, símbolo do Zimbábue morto em 2015 por um turista americano (ZIMBABWE NATIONAL PARKS/AFP)

Um caçador, provavelmente ilegal, foi morto e devorado por um bando de leões na reserva privada de Hoedspruit, no noroeste da África do Sul, de acordo com informações de um porta-voz da polícia local à agência AFP. A cabeça e outros restos do corpo da vítima foram encontrados no sábado.

"Parece que estava caçando ilegalmente quando foi atacado por um grupo de leões que o devorou. Deixaram apenas a cabeça e alguns pedaços de carne", informou o policial Moatshe Ngoepe.

O homem ainda não foi identificado. Perto dos restos mortais estava um rifle de caça, afirmou a polícia. A reserva Hoedspruit fica próxima ao Parque Nacional de Kruger, a maior área protegida do país.

"O processo de identificação da vítima já começou e deve ser possível pelo fato de a cabeça estar entre os restos encontrados no local", disse Ngoepe à imprensa local.

Leões costumam ser caçados pelas suas cabeças, usadas como troféus. Em 2017 foram encontradas várias carcaças decapitadas em diferentes reservas naturais da África do Sul.

Mas as principais vítimas da caça ilegal são os rinocerontes, cujos chifres são valorizados em países asiáticos. Segundo dados do governo sul-africano, mais de mil rinocerontes foram mortos ilegalmente no país no ano passado.

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