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Opinião

Camilo Pinto permanece como secretário de Saúde do Município (foto/CFF/Marcelo Franco)
Camilo Pinto permanece como secretário de Saúde do Município (foto/CFF/Marcelo Franco)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que ficou de ensinamento para os governistas aliados ao prefeito de Camaçari, Luiz Caetano (PT), no curto período em que a vice-prefeita, Tereza Giffoni (PSDB), esteve prefeita em exercício? Sobretudo aqueles que, de certo modo, por vezes, pensam com o umbigo ao invés de com a cabeça? Que precisam trabalhar de forma mais unida, para não se ter essa sensação de "perda", de instabilidade, que rondou alguns, nestes dias? Talvez.

 

O fato é que, sobretudo, a interrogação que pairou sobre alguns diante da notícia da exoneração do secretário de Saúde do município, numa sexta-feira, sem nenhum tipo de deliberação com o gestor titular ou base, reporta a um sentimento do que pode vir a ocorrer caso a sucessão municipal não dê continuidade ao projeto político iniciado por Caetano – é o que dizem!

O prefeito precisou antecipar seu retorno, para conter mais desgastes à sua administração. É sabido que há sim a necessidade de se melhorar, de ajustes na saúde do município, mas decisões no calor do momento podem custar muito caro, sobretudo para a população. A mexida que Giffoni deu na Pasta foi o suficiente para a gestão municipal perceber o que pode vir, caso haja um racha nesta projeção política, e o custo disto para a população e, para os proprios que a fazem. A sensação, entre alguns, de fato, pareceu ser de perda mesmo.

O que fazer? Como dizem por aí, ou se busca uma unidade coesa em prol da continuidade do projeto político que, entendem, ser voltado para o social, para melhorar a qualidade de vida da população, para potencializar a economia, a cultura, a educação, a segurança pública, ou estará toda essa malha política atual, alardeada pelos próprios, de bem sucedida, fadada ao insucesso, de fato.

Assim, é estranho perceber que, muitas vezes, o poder serve apenas de rinha onde, antigamente e – hoje na clandestinidade, na surdina –, se incita lutas entre galos do mesmo quintal pondo em risco a estabilidade da própria cerca.

Já o grupo que faz oposição a Caetano perdeu a oportunidade de tomar outras decisões, neste período no qual o prefeito realizou viagem internacional. Poderia, inclusive, se valer dos 12 dias previstos, para tecer uma linha de atuação política que lhes rendessem a simpatia da população, de forma sólida. Mas, pelo contrário, partiu para o "tratamento de choque" político, que mais impacta na relação "situação x oposição" do que, necessariamente, na vida da população - leia-se opinião pública.

Tiro no pé? Talvez. O melhor, nesta hora, é esperar para ver o que o prefeito, que acabou por renomear Camilo para o cargo de secretário de Saúde, pondo "ordem na casa", irá fazer na estrutura geral, diante do fato.

Mas a sensação de que Giffoni, com esse Choque, acabou por prestar um serviço ao projeto político e administrativo de Caetano, não nos deixa outra alternativa que, pensar que sim.

 

 

 

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