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Opinião
Em: 11/08/18 - 05:56 Fonte: Formação Cançao Nova Editoria: Opinião

A linda missão de ser pai é um reflexo de Deus

Dentre os muitos tesouros que lhes foram confiados, é próprio da missão paterna ser a referência de autoridade na família.

'Queridos pais, queremos que saibam ser nosso interesse apenas uma coisa, que vocês nos mostrem "o Pai”.

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Em: 08/08/18 - 16:21 Fonte: DCM/Nathalí Macedo Editoria: Opinião

"A moral e os bons costumes dos cidadãos de bem que atiram suas mulheres do 4º andar", por Nathalí Macedo

Manvailer e Tatiane (Foto - Reprodução)

O marido da advogada Tatiane Spitzner é acusado de tê-la atirado do quarto andar. Há imagens do circuito interno do elevador em que Luis Felipe Manvailer agride a mulher. Imagens que comprovam que as agressões começaram no carro e terminaram com a advogada morta.

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Em: 07/08/18 - 11:03 Fonte: Correio da Bahia/Tuzé de Abreu Editoria: Opinião

Tuzé de Abreu: A depressão grave é como uma onça atacar você, desarmado

Alguns com depressão leve ou moderada tomam remédio, alguns, talvez mais susceptíveis fazem psicanálise (Foto - Ilustração)

2017 tive o perônio esquerdo quebrado num acidente automobilístico. 2018, descobri da pior maneira , tendo um "colapso" grave, que tenho depressão considerada grave. Antes que alguém pense que é um mal psicológico, não é.

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Em: 04/07/18 - 15:15 Fonte: Vanda Angélica da Cunha Editoria: Opinião

“A Educação em Camaçari: fragmentos de memória” – em homenagem à saudosa professora Celina Ramos

Saudosa professora Celina Ramos (foto arquivo familiar)

O texto à seguir trata-se de um tributo duma alma que atende por Vanda Angélica da Cunha, que vive e sempre viveu envolvida com a Educação do povo, à outra alma que brilhou não pouco no que fez em direção à instrução das pessoas mais comuns nesse município; às quais, ainda que a homenageada seja à que já se foi, esta cidade deve não pouca reverencia – a uma à memória, e à outra, à pessoa.                          

A Educação em Camaçari: fragmentos de memória

As cidades são fundadas, ganham identidade com o passar do tempo e constroem sua história através dos segmentos humanos com seus sonhos, lutas e realizações voltados para o bem da sociedade.

E assim, acumulam uma memória histórica local que integrará o espaço físico do Município, Região, Estado e País.  Hoje (ainda que a data tenha sido 03/7) se faz uma homenagem à Professora CELINA MARIA RAMOS, nascida em Camaçari a 19 de outubro de 1917, onde viveu por longos anos até se transferir para Salvador, muito tempo após sua aposentadoria como professora deste Município. Sucessivas gerações de alunos do curso primário e do curso ginasial, assim então denominados, tiveram o privilégio de descobrir e vivenciar o valor de uma elevada busca do saber através da Educação.

É conhecida e louvada a paixão da professora Celina Ramos por sua cidade natal e seus moradores desde a época privilegiada nesse espaço geográfico de vida saudável por seu clima, qualidade de sua água e bucólica paisagem natural. Uma paixão que se ampliou ao se dedicar à luminosa tarefa de educar sua gente, preparando-a para assegurar à Camaçari e outros locais onde por acaso essas pessoas viessem a residir. Professora Celina Ramos exercia seu mister de ensinar, transmitindo conhecimentos, estimulando a conduta cívica e o exercício de atitudes cidadãs.

O Colégio São Thomaz de Cantuária, o Colégio Polivalente, Escolas agregadas à Igreja Matriz tiveram a honra de contar com seu diuturno trabalho e o permanente devotamento à vigorosa e valiosa missão de ENSINAR, de EDUCAR.

Além de brilhante educadora foi sempre admirada por suas qualidades pessoais, aprendidas e desenvolvidas no seio de sua família conhecida e apreciada por todos em razão da ética, espírito cristão e educação refinada que a caracterizava - assim era e permanece sendo, a Família Ramos. Professora Celina revelou e cultivou desde cedo grande talento para a Literatura – prosa e poesia [ conforme exemplo ao final do texto] foram pétalas de luz e amor que ela colheu e compartilhou com quem teve o privilégio de sua convivência.

Sou amiga da Família Ramos desde a década de 60. Conheci Camaçari, na minha juventude, em um inesquecível período de festas juninas. Tive o privilégio de voltar a esta acolhedora Cidade no ano de 1977, a convite do Governo Municipal para implantar a Biblioteca Municipal destinada a acolher e incentivar a leitura e permanente busca de informação educativa e cultural a crianças, jovens, adultos e idosos. Algum tempo depois, assumi a Coordenação Municipal de Cultura. Era o momento de ampliar a estrutura e a dinâmica dos segmentos dedicados à Cultura. De retribuir à cidade de Camaçari o acolhimento naquele longínquo período de festas juninas. São desse tempo o irrestrito apoio ao TAC – Teatro Amador de Camaçari, a criação do Grupo Folclórico e a BAMUCA, Banda Municipal de Camaçari que se originou sob o competente comando do professor Sinézio nas Bandas já existentes nos Colégios São Thomaz de Cantuária e Polivalente. Nesse período mais longo em Camaçari aprofundei a ligação afetiva e laboral com a professora Celina Ramos e a estimulei a compartilhar seu talento poético. Ela me concedeu a honra de organizar a publicação de seus dois livros de poesias: GOTAS DE AMOR E FÉ, sob os auspícios da Fundação João Fernandes da Cunha: Cultural, Educativa e Promocional do Ser Humano (Salvador, Bahia) em 1999. E em 2007, um novo canto poético, sob o título GOTAS DE INSPIRAÇÃO, CHUVA DE POEMAS.

O Jornal Camaçari, Fatos e Fotos, sob a direção de Antônio Franco Nogueira, profissional competente e ser humano digno que tive a alegria de conhecer ainda adolescente, frequentando com assiduidade nossa Biblioteca Municipal na Praça Abrantes, ainda próximo ao Colégio Polivalente, sempre acompanhado de colegas e amigos igualmente atenciosos, vibrantes e alegres colaboradores nas atividades culturais da referida Biblioteca, é para mim uma satisfação. Esses adolescentes de ontem, hoje cidadãos e cidadãs camaçarienses empreendedores, contribuem para o progresso de Camaçari ou de onde se encontrem atualmente. Creio que eles saberão, melhor que ninguém, descrever a força e a beleza espiritual da professora Celina Ramos, que no dia 3 de julho deste ano completou 9 anos de ausência física por estar na Eternidade, cantando louvores a Deus e zelando pelo bem de todos quantos tiveram o privilégio e a honra de conhecê-la e ter contato com este que foi um ser humano muito especial a quem a Cidade de Camaçari e seu povo tributam o melhor do seu respeito, admiração e lembrança de sua serena, discreta e poderosa influência pessoal e educacional.

Gratidão e Louvores à Mestra CELINA MARIA RAMOS!

Vanda Angélica da Cunha - Professora aposentada da Universidade federal da Bahia (UF-Ba, e cidadã camaçariense  (título concedido pela Câmara Municipal de Camaçari no ano de 2009).

A Camaçari

Adeus, meu Camaçari
do riacho de água fresca
e do cheirinho de alecrim.

Teu clima ameno e saudável
nalgum tempo te consagrou
estação de veraneio
e muita gente curou.

Os veranistas assíduos
aqui vinham desfrutar
gostoso banho de rio
água pura e muito ar.

A diversão predileta
era a chegada do trem.
Passear na Estação,
esperar algum amigo,
dizer adeus a alguém.

A festa do Padroeiro
promoviam com amor,
cantando ao som do harmônio
a novena em seu louvor.

Na praça, em frente à igreja
realizavam leilão.
quermesses e barraquinhas
que serviam a atração.

No centro da mesma praça,
ao jazz-band contratado,
dançava-se alegremente,
num bom e grande tablado.

No dia de festa havia,
solene missa cantada,
na igreja pequenina,
mas com gosto ornamentada.

Na homilia era ouvido
um eloqüente sermão.
E à tarde não faltava
fervorosa procissão.

À noite era vez dos fogos
de artifício e outros mais,
que espoucavam no ar,
em honra de São Thomaz.

Aquele tempo feliz
passou depressa, passou...
das famílias veranistas
muita gente se apagou.

Da família Montenegro,
origem de tua história,
alguns membros sobrevivem
e honram sua memória.

Muitos decênios passaram...
Camaçari diferente
desconhece sua história.
Outra, agora, é sua gente.

Camaçari de minha infância,
Camaçari, meu amor,
quando de ti me aproximo
sinto em mim novo calor.

Sei que não é mais aquela
Cidadezinha pacata.
Mas se estou longe de ti,
a saudade é que me mata.

Em ruas se transformaram
teus tabuleiros agrestes.
Onde, em criança, eu colhia
as floreszinhas silvestres.

O teu rio, as tuas fontes
secaram por desamor,
de gente que desconhece
as bênçãos do Criador.

Teus morros tão graciosos,
muitos foram arrasador.
Princípios da Ecologia
em ti foram desprezados.

Em teu subsolo existe
lençol extenso e profundo
cuja água é classificada
como a mais leve do mundo.

Veio o Pólo Petroquímico...
o "progresso" aqui chegou.
Mas a tal poluição
o teu clima estragou.

Tens agora muitos bancos
e casas comerciais.
mas aquele doce encanto
nunca mais possuirás.

Mesmo assim te amo ainda,
Ó minha terra natal.
Deixar-te foi uma pena
e me causou muito mal.

Sempre virei rever-te,
enquanto vida eu tiver
e alguma mão amiga
até aqui me trouxer.

Adeus, meu Camaçari
do riacho de água fresca,
e do cheirinho de alecrim..

Celina Ramos, Junho, 1994.

 
Em: 08/03/18 - 08:57 Fonte: Camaçari Fatos e Fotos Editoria: Opinião

Editorial - O poder da mulher no 08 de Março

Lutadoras e amantes, fofas e duronas, fortes e sensuais. Mulheres!

São tantas as mulheres... Mônicas, Larissas, Zuleides, Alices, Fernandas, Rebecas, Marias... Mesmo empoderadas, não perdem a singeleza, a suavidade própria do gênero. Lutadoras e amantes, fofas e duronas, fortes e sensuais. Mulheres!

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Em: 08/10/17 - 10:27 Fonte: Fernanda Pereira Costa Silva Editoria: Opinião

Artigo - O ilícito administrativo dos servidores públicos

(Imagem Ilustrativa)

O servidor público, ao tomar posse no cargo para o qual prestou concurso (como regra), passa a ficar circunscrito a uma série de direitos, deveres e vedações. Essa sistemática existe para proporcionar proteções e prerrogativas para a relação estatuída para com o ente federativo que o remunera (e espera receber uma adequada prestação laborativa) e, principalmente, a relação “firmada” entre o servidor e a sociedade.

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