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Representante comercial da Davati Medical Supply, Cristiano Carvalho (Foto: Reprodução)
Representante comercial da Davati Medical Supply, Cristiano Carvalho (Foto: Reprodução)

O representante comercial da Davati Medical Supply, Cristiano Carvalho afirmou nesta quinta-feira (15) que não tem uma relação próxima com Luiz Paulo Dominghetti e que foi o próprio policial militar que o procurou para dar início à negociação por vacinas de Covid-19. Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid ele disse que até janeiro deste ano nem conhecia Dominghetti.

Ao ser perguntado pelo relator da CPI, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), o representante confirmou que foi o PM quem apresentou a primeira proposta.

"Sim, senhor. Ele já tinha uma parceria com a Senah, Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários, e eles estavam buscando um fornecedor no exterior para sanar essa demanda que eles tinham entre eles. Precisamente como eles se conheceram, como chegaram um ao outro, vou ser bem sincero a Vossa Excelência que não tenho como dizer", disse.

Dominghetti acusa o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, de ter pedido propina de US$ 1 por dose de vacina negociada. O PM se dizia representante legal da Davati, mas a empresa nega que tenha convênio para comercializar imunizante da Astrazeneca/Oxford e que não teria um intermediário no país.

Logo que surgiram as acusações, o Ministério exonerou Roberto Dias, que em sua defesa nega o pedido de propina.

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