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Thais Silva Campos, 27 anos (Foto: Reprodução)
Thais Silva Campos, 27 anos (Foto: Reprodução)

Preso, ele disse que comprou arma do crime há meses por R$ 5 mil

A técnica em saúde bucal Thais Silva Campos, 27 anos, foi morta com cinco tiros na noite do domingo (20), em Sobradinho, no Distrito Federal. Segundo a investigação, o ex-companheiro foi até a casa dela fingindo que iria devolver a filha dos dois após passar o final de semana com a criança. As informações são do Uol.

Quando abriu o portão do prédio em que morava, Thais foi baleada por Osmar de Sousa Silva, 36 anos. Câmeras de segurança do edifício registraram o crime. Osmar fugiu, mas foi preso após buscas e confessou o crime.

As imagens mostram que Osmar chegou em uma Honda Civic e estacionou. De boné, ele desce segurando uma mochila. Quando Thais abre o portão, ele se aproxima e atira quatro vezes à queima-roupa. A vítima cai dentro do prédio. Com a mulher já no chão ferida, ele ainda atira mais uma vez antes de fugir no carro. O socorro foi acionado, mas Thais morreu ainda no local. Os cinco tiros a atingiram na cabeça e rosto.

Thais trabalhava como técnica de higiene bucal na Secretaria de Saúde e era lotada em uma Unidade Básica de Saúde.

Filha não ficou ferida

A filha de Thais e Osmar, de 2 anos, não estava no local quando a mãe foi morta. Ela foi deixada com familiares que dizem que não sabiam que ele havia saído para matar Thais.

Os dois tiveram uma relação de cinco anos e estavam separados há cinco meses. A vítima já havia relatado ameças do ex-companheiro a familiares, mas não registrou boletim de ocorrência contra ele. Osmar já tem um registro de acusação de violência doméstica contra uma ex-companheira, em 2016.

O acusado abandonou o carro usado no crime em um supermercado da região. O veículo foi localizado pela Polícia Militar e já passou por perícia. Horas depois, contudo, foi preso pela polícia. Ele confessou o crime e disse que comprou a arma usada há alguns meses por R$ 5 mil.

“Osmar disse ter feito uso de bebidas alcoólicas durante todo o dia de domingo e ter comprado a arma de fogo já há alguns meses, por pouco mais de R$ 5 mil. Falou ter chegado e, sem proferir uma única palavra, iniciou os disparos no rosto da ofendida. Se disse arrependido, o que não nos convenceu. Ele está, agora, em prisão temporária decretada pelo Judiciário, pelo prazo de 30 dias", disse o delegado Hudson Maldonado, da 13ª Delegacia.

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