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Atletas devem fazer um comunicado sobre a decisão, junto com um manifesto que vai criticar a maneira que o evento foi organizado, em meio à pandemia (Foto: Reprodução)
Atletas devem fazer um comunicado sobre a decisão, junto com um manifesto que vai criticar a maneira que o evento foi organizado, em meio à pandemia (Foto: Reprodução)

Eles devem divulgar manifesto com críticas à organização, mas confirmando participação

Os jogadores da Seleção Brasileira decidiram que vão participar da Copa América, que começa no próximo domingo e vai acontecer no Brasil. A estreia do Brasil será diante da Venezuela, no estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Os atletas devem fazer um comunicado sobre a decisão, junto com um manifesto que vai criticar a maneira que o evento foi organizado, em meio à pandemia. Essa manifestação pública deve acontecer só depois do jogo contra o Paraguai, pelas Eliminatórias, na terça-feira (8).

Segundo o site, o lado técnico pesou para a decisão dos jogadores. A Copa América é a última possibilidade da seleção ter um tempo maior reunida antes da Copa do Mundo, que acontece no ano que vem.

A equipe que vai disputar a Copa América será bastante similar à que já está reunida para as Eliminatórias - é possível chamar mais três atletas. O treinador Tite vai anunciar a lista na quarta, depois da partida contra o Paraguai.

A possibilidade de boicote ao torneio circula desde a semana passada, quando relatos de insatisfação dos jogadores com o calendário e a maneira com que houve mudança de sede começaram. Na ocasião, depois de negativas de Colômbia e Argentina, o Brasil foi anunciado como sede do torneio, o que gerou muitas críticas, por conta da situação da pandemia no país.

Depois da partida contra o Equador, na sexta, pelas Eliminatórias, Casemiro aludiu à insatisfação do elenco. "Nosso posicionamento todo mundo sabe, mais claro impossível, Tite deixou claro nosso posicionamento e o que nós pensamos da Copa América. Existe respeito e uma hierarquia que temos que respeitar, e claro que queremos dar nossa posição", afirmou. "Queremos falar. Não queremos desviar o foco, porque isso (Eliminatórias) para nós é a Copa do Mundo. Mas queremos falar, expressar a nossa opinião, se é certo ou não, cada um vai determinar, mas queremos expressar nossa opinião, sim", acrescentou.

A maneira com que o tema foi tratado pelo então presidente da CBF, Rogério Caboclo, irritou os jogadores. Na véspera da mudança de sede, ele esteve na Granja Comary com os atletas e não falou nada do tema. Caboclo foi afastado do cargo diante de uma denúncia de assédio moral e sexual.

Os jogadores pediram para se reunir com Caboclo, o que aconteceu. Líderes do grupo sugeriram que as partidas adiadas das Eliminatórias deveriam acontecer no período da Copa América.

A tensão com a possibilidade de um esvaziamento da Copa América envolveu também outras seleções, mas tudo indica que a situação se encaminha para um desfecho favorável à Conmebol. Ontem, a Argentina anunciou que vai participar do torneio. A Conmebol autorizou todas as seleções a decidirem se vão concentrar na cidade em que vão atuar ou não. A Argentina decidiu ir e voltar para todos os jogos, ficando baseada em Buenos Aires. Outras seleções, como do Equador e da Bolívia, sempre mantiveram posição clara de que vão jogar.

A informação é do GloboEsporte.com.

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