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Marielle Franco (Foto : Renan Olaz | Câmara Municipal do Rio de Janeiro)
Marielle Franco (Foto : Renan Olaz | Câmara Municipal do Rio de Janeiro)

Segundo delegado, imagens foram salvas em "formato errado" e policiais não conseguiram recuperá-las

De acordo com relatório da Delegacia de Homicídios do Rio (DH da Capital), policiais civis perderam "imagens relevantes" que identificariam os assassinos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, mortos em 14 de março do ano passado.

As imagens teriam sido registradas cerca de três horas antes do atentado por um estabelecimento na Tijuca. O cobalt prata, veículo usado para cometer o crime, apareceria nas gravações e permitiria identificar os ocupantes. Entretanto, policiais civis foram ao local, salvaram as imagens em um pen drive e retornaram 15 dias depois alegando terem perdido as imagens. Na ocasião, não foi possível recuperá-las.

Em depoimento à Justiça, o delegado Giniton Lages, que chefiou as investigações, admitiu falhas na busca pelas imagens do trajeto percorrido pelos assassinos. Um dos erros foi que os agentes salvavam as imagens no "formato errado" em pendrives e impossibilitava a DH de acessá-las. Os agentes voltavam aos locais, mas nem sempre conseguiam recuperar as imagens. Segundo ele, foi o que ocorreu no caso da loja da Tijuca.

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