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O ato foi registrado em vídeo, que circula nas redes sociais (Foto: Print | Vídeo)
O ato foi registrado em vídeo, que circula nas redes sociais (Foto: Print | Vídeo)

Sindicato dos profissionais de educação disse que vai entrar com uma queixa-crime na polícia contra a mãe, que segundo o órgão, agiu de 'má-fé' por ter planejado a ação

Uma professora foi agredida e chamada de ‘vagabunda’ pela mãe de uma aluna em Franciscópolis (MG), a 450 km de Belo Horizonte. O ato foi registrado em vídeo, que circula nas redes sociais. O sindicato dos profissionais em educação disse que vai entrar com uma queixa-crime na polícia contra a mãe, que segundo o órgão, agiu de “má-fé” por ter planejado a ação.

A agressora foi ao colégio da rede estadual de ensino no último dia 1º conversar com a direção sobre supostos maltratos sofridos por sua filha pela professora. Segundo o sindicato, o colégio conversou com outros alunos, que negaram a confusão relatada pela mãe.

A mulher teria ido até a escola brigar com a professora. No início do vídeo, é possível ver a agressora empurrando a professora. A educadora pede para que a agressão cesse. “Para, moça”, diz várias vezes.

“Você não é mulher, não?”, retruca a mãe e começa a bater e puxar o cabelo da vítima, que cai no chão e recebe socos.

Uma adolescente, aparentemente a filha da agressora, se aproxima e pede para a mulher parar: “Para, mãe”.

A mãe segue agredindo e xingando a professora: “Por que você maltratou a minha filha na escola, demônio?”, pergunta.

Até que a professora consegue subir na moto, mas a mãe a impede de sair. A vítima consegue subir na garupa de outra moto e vai embora.

A Secretaria de Educação de Minas Gerais disse em nota que o caso será investigado. “Sobre a situação ocorrida nas proximidades de uma escola no município de Franciscópolis envolvendo a mãe de uma aluna e uma professora, a Superintendência Regional de Ensino de Teófilo Otoni, responsável pela coordenação da unidade, está acompanhando o caso e a direção da escola prestou todo o suporte necessário à funcionária da instituição. A Polícia Militar registrou boletim de ocorrência e o caso está sendo apurado pelos órgãos competentes”.

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