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Nem os morocolunistas da imprensa se arriscaram, 18 horas depois das revelações iniciais, a dar um pio de suas cátedras (Foto: Ilustração DCM)
Nem os morocolunistas da imprensa se arriscaram, 18 horas depois das revelações iniciais, a dar um pio de suas cátedras (Foto: Ilustração DCM)

Tirando o bolsonarismo-matilha, procure e veja se encontra mais gente tomando a defesa absoluta de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, hoje, depois das revelações do The Intercept.

Nem os morocolunistas da imprensa se arriscaram, 18 horas depois das revelações iniciais, a dar um pio de suas cátedras.

Estão todos à espera do que tem Gleen Greenwald, editor do site e Prêmio Pulitzer de Jornalismo, que assegura que as revelações “estão só começando”.

E tudo indica que tem mesmo bala na agulha, porque está resistindo desafiadoramente às provocações que está recebendo às centenas pelo Twitter, inclusive do esquisitíssimo juiz Marcelo Bretas, que sugeriu, em resposta a Sérgio Moro, que “não se deve descartar a real possibilidade de serem forjados diálogos”.

O que se publicou ontem, ao que parece, foi quase um “teaser”, destinado essencialmente a mostrar duas coisas: a) que Moro e os promotores se comunicavam clandestinamente sobre o andamento do processo contra Lula e b) que esta comunicação envolvia a orientação ao MP sobre como conduzir suas ações.

Dois palpitesóbvios: a partir de agora, surgirão diálogos mais agudos, seja pelo vocabulário empregado, seja pelos fatos concretos envolvidos.

Virão também os áudios, que tem muito mais impacto na oponião pública que narrativas ou reprodução de mensagens. Aliás, coisa que Moro sabe muito bem, do contrário não teria mandado liberar os áudios das conversas entre Lula e Dilma.

Luís Nassif, no GGN, traça uma série de hipóteses sobre acontecimentos que podem estar contidos no dossiê  imenso em poder do Intercept, alguns dos quais poderiam envolver tribunais superiores. A ver.

Faz todo sentido o que afirma o cientista político Luís Fernando Miguel, no blog da Editora Boitempo, onde diz:

Quem fica em maus lençóis mesmo é o amplo setor do lavajatismo que se quer “civilizado” – aqueles que não desejavam se confundir com Bolsonaro, que não queriam se comprometer com o desmonte da democracia brasileira, mas ficavam satisfeitos com a criminalização do petismo e incorporaram a versão do “combate sem tréguas à corrupção” como justificativa. É um amplo grupo, que inclui parte da cúpula do Judiciário e parte da grande imprensa; políticos conservadores que se projetam como respeitáveis, como Fernando Henrique Cardoso e Marina Silva, e também o udenismo de ultraesquerda. Para estes, chegou a hora da verdade. Ou mandam publicamente os escrúpulos às favas ou terão que romper sua conivência com a conspiração.

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