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Veículos envolvidos ficaram destruídos com impacto da colisão (foto: Reprodução da Internet | WhatsApp)
Veículos envolvidos ficaram destruídos com impacto da colisão (foto: Reprodução da Internet | WhatsApp)

Uma colisão, que de tão violenta projetou o piloto de uma motocicleta sobre o carro com que se chocou, o decapitando e matando dois ocupantes do automóvel, um deles um policial militar, na BR 367, entre Itinga e Itaobim, no Vale do Jequitinhonha, em São Paulo, chama atenção para a perigosa combinação álcool e velocidade, para quem dirige e pilota moto, sobretudo nesse período carnavalesco.

O acidente aconteceu nesta sexta-feira, 28, quando, conforme o site Em, a moto tentou uma ultrapassagem, se chocando à toda velocidade contra o carro de passeio, provocando as três mortes instantaneamente, conforme mostra a foto.

Ano passado, segundo a Polícia Rodoviária Federal, nos cinco dias do período carnavalesco, da sexta-feira (09) à quarta-feira de cinzas, (14), registrou-se 103 acidentes fatais, muitos deles envolvendo choques entre motos e carros; contudo um número 30% menos frente a 2017, com 150 vidas perdidas. Apesar disso, com o acidente desta sexta, 28, em São Paulo, o brasileiro, além da advertência para o cuidado redobrado não somente para com a sua própria mas também para com a vida alheia, esse ano tem o desfio de fazer cair ainda mais o número de acidentes no período.

No entanto, apesar de o órgão comemorar a redução dos acidentes com mortes e também os sem fatalidade, 4.517 veículos foram autuados por falta do uso de cinto de segurança, tanto pelo condutor quanto pelo passageiro, e 690 multas foram aplicadas por falta de uso de capacete; outro registro de penalidade aplicada, 717 delas, foi por falta do uso da ‘cadeirinha' nos veículos que transportavam crianças.

Os feridos somaram 1.524 no mesmo período. Mas se considerado que a PRF não registra a gravidade dos ferimentos e que é comum a perda de membros e o comprometimento do funcionamento de órgãos, e que as ultrapassagens são as vilãs dos acidentes, vale mesmo caprichar para que os registos desse ano não ultrapassem os do ano passado.

Vale registrar que na contramão dos números em estradas federais, com 103 mortes, no Carnaval passado a Bahia registrou 8.109 autuações por ultrapassagens irregulares, 309 acidentes graves e 131 óbitos, e isso somente até a terça-feira.

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