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 Operador de cremalheira José Luzi Milhomen, que pedalou 14 km para comprar gás (Foto: Giovana Dourado/TV Anhanguera)
Operador de cremalheira José Luzi Milhomen, que pedalou 14 km para comprar gás (Foto: Giovana Dourado/TV Anhanguera)

O operador de cremalheira José Luzi Milhomen pedalou 14 km para conseguir comprar gás de cozinha em Goiânia. Ele conta que passou por cerca de 20 revendedoras, que estavam sem o produto devido à paralisação dos caminhoneiros. Ele contou que está sem o produto há oito dias e, com isso, está cozinhando usando carvão.

José conta que ligou em várias revendedoras atrás de um botijão de gás, mas não conseguia comprar em lugar nenhum. “É uma caça ao tesouro, está muito difícil. Estou passando em vários lugares desde cedo”, disse.

Ao conseguir encontrar um estabelecimento que tinha o produto, pagou R$ 70 e comemorou. “A gente se sente vitorioso, porque estava cozinhando na lenha e carvão.”

O Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás (Sinergás) estima que apenas 20% dos comércios do estado estão com botijões para serem vendidos.

Em Luziânia, nenhuma revendedora tem o produto para revender. Na capital, o telefone não para e os comerciantes estão fazendo uma lista de espera dos clientes para quando os estoques forem reabastecidos. Em um dos estabelecimentos 60 consumidores aguardam a chegada de botijões de gás.

 

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