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Brasília – Palácio do Planalto é um dos monumentos de Brasília iluminados de rosa para a campanha Outubro Rosa, de conscientização sobre importância da detecção precoce do câncer de mama (Valter Campanato/Agência Brasil)
Brasília – Palácio do Planalto é um dos monumentos de Brasília iluminados de rosa para a campanha Outubro Rosa, de conscientização sobre importância da detecção precoce do câncer de mama (Valter Campanato/Agência Brasil)

A reportagem de Daniel Carvalho, Mariana Carneiro e Talita Fernandes na Folha afirma que representantes de caminhoneiros autônomos que não assinaram o acordo com o governo na semana passada voltaram ao Palácio do Planalto neste domingo (27) para negociar uma pauta mais extensa. Eles, segundo o jornal, também tentaram avisar que a desmobilização só terá início quando as promessas forem publicadas no DOU (Diário Oficial da União).

 

“O setor vive de promessas há 19 anos, desde a greve de 1999 e, de fato, o setor nunca foi atendido como deveria. Nenhum acordo que firmarmos hoje terá validade sem antes isso se tornar público nos meios oficiais do governo”, disse Gilson Baitaca, presidente do MTG (Movimento dos Transportadores de Grãos), ao jornal Folha de S.Paulo.

“Não há desmobilização agora sem ter o que a categoria diz na rua. Estamos cansados de promessa e nenhuma efetividade. [Queremos] todos os itens da reunião de quinta-feira [24], os 10% de desconto da Petrobras [no preço do diesel, como prometido], permanecem mais a pauta que nós iremos apresentar hoje. Todos deverão estar publicados no Diário Oficial”, completou Carlos Alberto Dahmer, presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Ijuí (RS) para a publicação.

Segundo a Folha, além de quererem ver no papel os 12 itens prometidos pelo Planalto na semana passada, os caminhoneiros querem que o governo zere as alíquotas de PIS e Cofins e Cide do óleo diesel, edite uma medida provisória (que tem aplicação imediata, em vez do projeto que está no Senado) para regular os preços de fretes rodoviários, volte ao preço do diesel de julho de 2017 e o congele durante 90 dias.

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