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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou de receber visitas no Hospital Sírio-Libanês, onde está internado desde domingo (4) por conta de uma pneumonia. A decisão tem o aval da ex-primeira dama Marisa Letícia, que desde o início do tratamento de Lula contra um câncer na laringe tem controlado as visitas ao ex-presidente como uma forma de obrigá-lo a poupar a voz.

Segundo a assessoria do ex-presidente, o objetivo do veto é fazê-lo descansar. Ainda de acordo com a assessoria, o presidente apresentou melhora na voz e está bem. Na manhã desta segunda, o deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP) esteve no Hospital Sírio-Libanês, mas foi impedido de visitar Lula. O petista foi recebido por Marisa Letícia, que comunicou que o ex-presidente tem um quadro de saúde estável e não apresenta mais febre.

Estava previsto para o ex-presidente realizar nesta segunda exames complementares para diagnosticar o agente infeccioso causador da pneumonia. A equipe médica ainda tem dúvidas se a doença foi causada por uma bactéria, vírus ou fungo. Com o resultado, será possível um diagnóstico preciso e aplicar o tratamento adequado. A previsão inicial é que o ex-presidente fique internado no hospital, pelo menos, até quarta-feira.

Na manhã desta segunda, segundo interlocutores, o ex-presidente estava bastante animado, comentou sobre as notícias dos jornais e fez brincadeiras a respeito do jogo entre Corinthians e Santos, no qual o seu time perdeu por 1 a zero. Lula receberia nesta segunda também uma visita do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Em decorrência da internação, Campos decidiu deixar o encontro para uma próxima oportunidade. Ele afirmou que não pretende conversar com Lula sobre questões políticas num momento em que ele se recupera de uma pneumonia. "Não é hora de falar em eleições."

Dificuldade em engolir
Lula apresenta perda de peso e dificuldade em engolir, segundo sua assessoria. Ele teve febre nos últimos dias e, por isso, os médicos do Sírio-Libanês optaram pela internação.

O remédio ministrado a Lula para tratar a infecção é por via oral. No entanto, estando no hospital, o ex-presidente pode receber o antibiótico por via intravenosa, o que não exige deglutição e tem efeito mais rápido, ainda de acordo com sua assessoria. A entrada de Lula no hospital foi tranquila e ele está sob constante monitoramento.

Lula, que luta contra um câncer de laringe diagnosticado em outubro, teve alta do tratamento no próprio Sírio-Libanês em 17 de fevereiro. Durante a quimioterapa, exames mostraram que o tumor na laringe do ex-presidente havia sido reduzido em 75%. As informações são do G1.

 

 

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