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O julgamento do goleiro Bruno Fernandes começa no dia 19 de novembro, segundo determinou a juíza Marixa Fabiane Rodrigues, da comarca de Contagem. Ao lado de outras seis pessoas, Bruno é réu no processo que investiga o desaparecimento e morte da modelo Eliza Samúdio.

Bruno e o amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, vão a júri popular por cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. As mesmas acusações seriam respondidas pro Sérgio Rosa Sales, primo do goleiro Bruno que foi morto neste ano. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos responderá por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.

Outro primo de Bruno, Jorge Luiz Rosa, 19 anos, era adolescente na época do crime e cumpriu medida socioeducativa por participar do crime - ele também teria participado do homicídio, sequestro e cárcere privado de Eliza. Ele foi liberado da punição em setembro deste ano, aos 19 anos.

Dayanne Rodrigues, ex-mulher do goleiro; Wemerson Marques, amigo do jogador, e Elenílson Vítor Silva, caseiro do sítio em Minas Gerais, respondem pelo sequestro e cárcere privado do filho de Bruno. Fernanda Gomes de Castro, outra ex-namorada do jogador, responde por sequestro e cárcere privado de Eliza e do filho dela. Todos respondem em liberdade.

Entenda o caso
Após um relacionamento com o goleiro Bruno, Eliza Samudio deu à luz um menino em fevereiro de 2010. Ela alegava que o atleta era o pai da criança. Atualmente, o menino mora com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul. Segundo a polícia, Eliza teria sito morta no início de junho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A Polícia Civil indiciou Bruno e mais oito envolvidos no desaparecimento e morte da jovem. A Justiça de Minas Gerais aceitou a denúncia do Ministério Público em agosto de 2010. O corpo de Eliza não foi encontrado.

 

 

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