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Internacional

A Justiça Federal determinou na quarta-feira (7) a prisão e extradição do traficante de armas Frederik Barbieri, atendendo a pedido do Ministério Público Federal na Bahia (MPF-BA). Foi pedido ainda que Barbieri seja incluído na lista difusão vermelha da Interpol, que permite que criminosos internacionais sejam presos no exterior. O pedido do MPF foi feito no dia 6 e o órgão tomou conhecimento da decisão nesta sexta-feira (9).

Barbieri responde, entre outros, a uma ação penal movida pelo MPF desde fevereiro de 2015. Ele é acusado de enviar de Miami para o Rio de Janeiro munições e acessórios para fuzis AK-47. O material acabou apreendido antes de chegar ao destino, pela Receita Federal, no posto de Salvador, no ano de 2010. A AK-47 tem uso restrito no Brasil.

Em sua ação, o MPF pede que Barbieri seja condenado por tráfico internacional de armas e descaminho. A Justiça Federal já havia pedido prisão de Barbieri anteriormente, em maior de 2015.

Grande apreensão
No último dia 1º, 60 fuzis que vinham de Miami foram apreendidos no terminal de cargas do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Barbieri foi apontado como líder do bando responsável pela ação.

Em entrevista ao RJ TV, o delegado Maurício Mendonça afirmou que está sendo feita uma busca para identificar o primeiro comprador da arma. “(Queremos localizar) quem foi que teve o primeiro contato com essa arma de fogo para nós construirmos a cadeia até a chegada dela aqui no Brasil”, disse.

Segundo o RJ TV, o advogado de Frederik Barbieri foi ontem à delegacia e disse que precisa analisar o inquérito antes de se manifestar. No termo de apreensão da Receita Federal constam os nomes das empresa LBSN Gestão Corporativa Comercial Limitada e Unio Comércio Importação e Exportação Limitada, como responsáveis pela carga.

Quatro homens foram presos preventivamente por suposto envolvimento no caso. O despachante Márcio Pereira seria responsável pelos trâmites de liberação da mercadoria no aeroporto. Ele foi preso em sua casa, em Jacarepaguá (zona oeste). Luciano de Andrade Faria, dono de uma transportadora, seria o responsável por levar as armas do aeroporto até um galpão.

Outros envolvidos são João Vítor da Silva Rosa e José Carlos dos Santos Lins, cujas funções seriam revender as armas e entregá-las aos compradores. Acusados de tráfico internacional de armas, todos estarão sujeitos a penas de quatro a oito anos de prisão, caso sejam condenados. Conforme os investigadores, a quadrilha atendia todas as facções criminosas.

Segundo a polícia, cada arma vale R$ 70 mil - a carga total chega a R$ 4,2 milhões e representa a maior apreensão em pelo menos dez anos. Novas, mas com numeração raspada para dificultar o rastreamento, as armas chegaram de Miami, em dois voos. Estavam escondidas no interior falso de aquecedores para piscinas, dentro de um contêiner.

 
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