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Internacional

Atirador é morto em confronto (Imagem: reprodução)
Atirador é morto em confronto (Imagem: reprodução)

O governo da França confirmou que Mohamed Merah, o atirador de Toulouse, morreu na manhã desta quinta-feira (22) durante um ataque da tropa de elite ao apartamento em que estava cercado desde a véspera.

O ministro do Interior francês, Claude Guéant, disse em entrevista que Merah resistiu à prisão e que houve troca de tiros.

Ele atirou-se da janela enquanto trocava tiros com os policiais e foi achado morto no chão, encerrando 32 horas de impasse.

Pelo menos três fortes explosões foram ouvidas durante a ação, e houve ao menos quatro minutos de tiroteio no prédio de cinco andares, segundo testemunhas.

Três policiais ficaram feridos na troca de tiros, um deles em estado grave.

Uma ambulância dos bombeiros entrou pouco depois na área de segurança criada pela polícia, ainda segundo testemunhas.

'Vingança'
Merah, de 23 anos, teria confessado às autoridades francesas que matou três soldados, três crianças judias e um rabino para, segundo ele, "vingar a morte de crianças palestinas" e em represália à participação de tropas francesas na guerra do Afeganistão.

Ele chegou a falar que iria se entregar, mas não o fez.

Mais cedo, Guéant havia dito que durante a madrugada não foi possível estabelecer contato com o suposto assassino.

Morrer com as armas na mão
O ministro Guéant disse que Merah prometera entregar-se às 22h45 de quarta-feira (21), mas, quando se restabeleceu contato ele mudou de discurso. O rapaz teria dito que “queria morrer com as armas nas mãos”.

“Desde então, e apesar dos esforços para restabelecer o contato por rádio e a viva voz, não houve nenhum contato, nenhuma manifestação por sua parte”, afirmou Guéant. “Houve um momento em que foram ouvidos disparos, mas não sabemos a que correspondem”, acrescentou.

O suspeito reivindicou a autoria dos três ataques no sul da França, nos quais disse ter agido "sozinho", disse o procurador de Paris, François Molins.

"Ele não manifesta arrependimento algum", a não ser por "não ter feito mais vítimas", e se vangloria de ter "colocado a França de joelhos", acrescentou o procurador. O atirador teria afirmado que tem ligação com a rede terrorista da al-Qaeda, mas que agiu sozinho.

 

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