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Saudade da família ao fazer uma viagem a trabalho; de uma pessoa querida que se vai; de um lugar especial, amigos antigos, amores perdidos, daquilo que nem se viveu.

São infinitas as razões para usarmos essa palavra mágica da língua portuguesa. E ela se encaixa duplamente na poética da partida desta quarta-feira, 12, às 19h30, em Campinas, entre Ponte Preta e Bahia.

A saudade maior certamente é a do torcedor tricolor de comemorar um triunfo de sua equipe. Depois da alegria pela conquista da Copa do Nordeste e da estreia animadora no Campeonato Brasileiro, com o 6 a 2 sobre o Atlético-PR, a situação se inverteu no segundo semestre.

O último sucesso do Esquadrão ocorreu há mais de um mês: o 1 a 0 sobre o Cruzeiro no dia 8 de junho. Depois, o time somou quatro derrotas e três empates em sete partidas pela Série A, o que o coloca na 16ª colocação, na porta da zona de rebaixamento.

A última vez em que ficou tanto tempo sem vencer foi justamente em sua mais recente participação na elite nacional. Em 2014, ano em que caiu para a Segunda Divisão pela terceira vez na história, atravessou jejum de 10 partidas entre outubro e novembro, nove pelo Brasileiro e uma pela Copa Sul-Americana – foram dois empates e oito derrotas.

“A gente sabe da qualidade do time. As coisas vão começar a se encaixar”, espera o centroavante Rodrigão, que, depois de estrear pelo Bahia entrando no segundo tempo do 1 a 1 com o Fluminense, fará seu primeiro jogo como titular desde fevereiro. Mesma época em que balançou a rede pela última vez. Ou seja, são quatro meses de saudade do gol.

O artilheiro da Copa do Nordeste do ano passado, com a camisa do Campinense, entrará em campo com uma pesada carga sobre os ombros: tornar mais produtivo um ataque que marcou só três gols na atual sequência de sete jogos sem triunfos. “A responsabilidade é grande. Cheguei aqui com essa pressão, mas também é gostoso, é maravilhoso. Quero mostrar meu trabalho porque o Bahia tá precisando de um camisa 9”, considera ele, que espera melhorar em relação ao seu desempenho nos 45 minutos diante do Flu: “Dá pra mostrar muito mais. Agora terei 90 minutos para mostrar meu futebol. Que Deus me abençoe e abençoe o time!”.

Reforço e desfalque

Para o confronto com a Macaca, o técnico Jorginho ganha o importante reforço do meia argentino Allione, que cumpriu suspensão na última rodada. Ele retorna ao time titular e estabelece uma interrogação sobre quem irá para o banco. Deverá sobrar para o colombiano Stiven Mendoza ou para Zé Rafael.

Outro meio-campista que certamente deixará a formação inicial é Vinícius, improvisado no comando do ataque diante do Tricolor carioca.

Um desfalque certo é o do lateral esquerdo Armero, que sofre com um incômodo no púbis e nem viajou para Campinas. Matheus Reis vai atuar no seu lugar.

Na Ponte Preta, o zagueiro Rodrigo e o meia ex-tricolor Renato Cajá não foram relacionados por conta de uma suspensão. Mas poderão atuar caso o clube consiga o efeito suspensivo. O ataque tem os perigosos Lucca e Sheik.

Ponte Preta x Bahia - 13ª rodada do Campeonato Brasileiro

Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)

Quando: Quarta-feira, 12, às 19h30

Árbitro: Rafael Traci

Assistentes: Ivan Carlos Bohn  e Luciano Roggenbaum (trio do Paraná)

Ponte Preta - Aranha; Nino Paraíba, Marllon, Kadu e Fernandinho; Fernando Bob, Jádson e Wendel; Léo Artur, Lucca e Emerson Sheik. Técnico: Gilson Kleina.

Bahia - Jean; Eduardo, Tiago, Lucas Fonseca e Matheus Reis; Matheus Sales, Renê Júnior e Régis; Allione, Zé Rafael e Rodrigão. Técnico: Jorginho.

 
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