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Caso queira realmente fazer história neste Brasileiro com uma campanha mais do que apenas ‘digna’, o Bahia precisará exorcizar fantasmas. Um deles já foi caçado nesta quinta-feira, 8, quando, com o maior público na Fonte Nova na competição (18.917 pagantes), o Tricolor bateu o Cruzeiro por 1 a 0.

O time não vencia a Raposa como mandante desde 1995, quando fez 2 a 1, em Pituaçu, pela Copa do Brasil. Desde então, haviam ocorrido um empate e impressionantes seis derrotas. E, nesta quinta, o triunfo valeu muito mais que a quebra de um tabu. Significou a subida ao sexto lugar na classificação, com nove pontos, na zona que atualmente dá vaga à Pré-Libertadores de 2018.

Na próxima rodada, o desafio para alcançar o terceiro sucesso consecutivo será árduo. Visita, na segunda-feira, 12, o Grêmio, time que nunca derrotou como visitante em partidas oficiais. Outro fantasma a ser extirpado.

Insinuante

O posicionamento adiantado da insinuante linha ofensiva do Esquadrão mostrou que tinha grande chance de dar frutos logo nos primeiros momentos da partida.

Aos três minutos, Zé Rafael pressionou o zagueiro Léo, roubou a bola e avançou para ser derrubado por Henrique quando caminhava para a meta. O cruzeirense receberia o cartão vermelho se o árbitro não tivesse marcado antes um toque de mão do meia tricolor.

Mas haveria, seis minutos mais tarde, um lance parecido que teria final melhor para a torcida do Bahia. Após novo erro de Léo, Allione deu um belo passe para deixar Edigar Junio na cara do goleiro. Na hora do arremate, porém, ele acabou calçado por Henrique – de novo ele. Desta vez, o volante da Raposa não escapou da expulsão.

O Bahia ensaiou boas tramas até finalmente acertar aos 17 minutos, quando o trio formado por Zé Rafael, Allione e Edigar se entendeu de maneira harmoniosa, como vem ocorrendo neste animador início de Brasileiro. Zé deu bom passe para o argentino ir ao fundo e cruzar para a cabeçada certeira de Edigar Junio. Placar aberto e situação confortável no embate para o Tricolor.

A equipe poderia ter ido para o intervalo com uma folga maior se tivesse tido maior sorte em ao menos duas jogadas. Aos 40, Juninho cobrou falta no travessão e, três minutos depois, Vinicius chutou para Fábio executar bela defesa. O mesmo fez Jean no único lance de perigo do Cruzeiro, aos 35, quando Diogo Barbosa avançou pela esquerda e tocou para a finalização de Robinho.

Naquele momento, Mano Menezes já havia trocado o centroavante Ábila pelo zagueiro Murilo e dado maior equilíbrio ao seu time, que, entretanto, seguiria sofrendo na etapa complementar.

Bons lances construídos principalmente pelos lados por pouco não acabaram em outros gols. Allione e Zé Rafael tiveram chutes bloqueados em situações perigosas. E Fábio cortou um cruzamento promissor de Eduardo. Tudo isso nos dez primeiros minutos.

Depois, o Bahia deu uma relaxada em campo e, num contra-ataque aos 15 minutos, Thiago Neves só não empatou porque Matheus Reis salvou em cima da linha. Aos 20, o mesmo Thiago parou em defesa de Jean. O Cruzeiro, mesmo com um a menos, havia tomado para si as rédeas do jogo.

O Esquadrão chegava apenas em contra-ataques, e foi assim que quase ampliou aos 28. Matheus Reis cruzou e Edigar Junio carimbou a trave em leve toque de cabeça. Neste ponto, o Bahia já conseguia controlar melhor o ímpeto do adversário. Após troca de passes pela direita, Edigar quase marcou novamente.

Aos 39, o atacante colombiano Mendoza entrou para fazer sua estreia. Apresentou o cartão de visitas dois minutos depois. Tabelou com Edigar Junio e quase marcou um golaço em finalização colocada. Provou ser mais uma boa alternativa para o já bastante ágil setor ofensivo do time.

Bahia 1 x 0 Cruzeiro - 5ª rodada do Campeonato Brasileiro

Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)

Quando: Quinta-feira, 8, às 21h

Gol: Edigar Junio, 17’ do 1º T

Público: 18.917 pagantes

Renda: R$ 435.380,50

Árbitro: Wagner do N. Magalhães (Fifa)

Assistentes: Rodrigo Henrique Corrêa e Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha (trio carioca)

Cartões amarelos: Renê Júnior, Vinicius, Eduardo e Tiago (B); Ábila e Ezequiel (C); Cartão vermelho: Henrique (C)

Bahia - Jean; Eduardo, Tiago, Lucas Fonseca e Matheus Reis; Renê Júnior e Juninho; Vinicius (Gustavo Ferrareis), Allione (Mendoza), Zé Rafael (Feijão); Edigar Junio. Técnico: Jorginho.

Cruzeiro - Fábio; Ezequiel, Léo, Henrique e Diogo Barbosa; Romero e Ariel Cabral; Alisson, Robinho (Élber) e Thiago Neves (Rafinha); Ramón Ábila (Murilo). Técnico: Mano Menezes.

 
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