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Não teve cara de semifinal. Não teve futebol bem jogado, gana para arrancar com unhas e dentes uma vaga na final, mas teve gol. E, no futebol, é ele quem dita o futuro das equipes. Neste domingo (16), no Lomanto Júnior, pelo primeiro jogo da semifinal do Campeonato Baiano, Vitória da Conquista e Vitória ficaram no 1x1. Agora, basta ao Leão um empate para avançar à final, no Barradão, domingo, no duelo que definirá o finalista do estadual.

Os primeiros 45 minutos de disputa na semifinal do Campeonato Baiano revelaram ingredientes já esperados. Pelo lado dos mandantes, um esforço descomunal, muita força física, mas pouca qualidade técnica, evidenciada quando o Bode tentava finalizar em direção ao gol de Fernando Miguel. O Leão, que indiscutivelmente tem um time mais técnico, viu meu setor de meio-campo fazer vergonha e ser dominado. Os ataques só vinham pelas beiradas, principalmente com a forte capacidade de arranque de David.

De falta de movimentação, ninguém pode se queixar. Mas o primeiro tempo, não foi bom de assistir. Dono de muitos contra-ataques, o Bode conseguiu o primeiro com apenas quatro minutos de jogo. Todinho partiu pelo meio e abriu com Tatu, que chutou cruzado e mandou por cima do gol. 

Apesar da má pontaria, o Conquista foi ousado. Pressionou o Leão com pedalada de Dinda para cima de Geferson, seguida de chute a gol, e com Tatu, que obrigou Patric a salvar em cima da linha.

O Vitória só conseguiu assustar nos lances de bola parada. Após escanteio, Cleiton Xavier mandou no meio do gol, mas Rodolfo estava de olhos bem abertos para fazer a defesa, sem susto. 

O maior adversário do Conquista foi ele mesmo. De nada adianta ter força, se o pé anda descalibrado. Já o Vitória, deixou muito a desejar e não apresentou postura de finalista. Bom que ainda tinha mais 45 minutos pela frente. Ou melhor, 135. 

Bom? Nem tanto. Era só o que a gente achava. Pelos menos os outros 45 minutos de jogo não agradaram. Foi difícil ver que o Vitória, único invicto e com 100% de aproveitamento no Baianão, estava completamente mal organizado em campo e sofria para armar uma única jogada de ataque.

Sem apoio, Cleiton Xavier não criou. Sempre velozes, os pontas estavam ineficientes. Enquanto David não conseguiu rendeu o seu futebol de sempre e mostrar sua técnica apurada, Paulinho estava nervoso em campo. André Lima, centralizado, desperdiçou as chances que teve. 

Euller ainda deu alguma movimentação ao jogo, mas o ataque, inoperante e apático, nada fez.

Balde de água fria
Aos 25, veio o balde de água fria para o Vitória e o gostinho doce do gol na arquibancada do Lomanto Júnior. Todinho recebeu na ponta direita, invadiu a área do Vitória e, livre, mandou um chute venenoso, com curva, para o fundo do gol de Fernando Miguel e fez 1x0.

Aos 49, uma luz. O que parecia perdido, teve jeito. Pela canhota, Euller levantou a bola na área e André Lima subiu entre dois zagueiros. O atacante cabeceou e arrancou o empate no fim.

 

 
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