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Foto 1 de 21 - Vitor Belfort, José Aldo, Dana White, Chad Mendes e Anthony Johnson participam de coletiva do UFC Rio II, que acontece em 14 janeiro; foi anunciada a venda de ingressos para esta quarta-feira (foto/ Reprodução)
Foto 1 de 21 - Vitor Belfort, José Aldo, Dana White, Chad Mendes e Anthony Johnson participam de coletiva do UFC Rio II, que acontece em 14 janeiro; foi anunciada a venda de ingressos para esta quarta-feira (foto/ Reprodução)

A primeira edição do UFC Rio, em agosto, contou com um show brasileiro, com três nocautes nas principais lutas do evento. Com isso, os estrangeiros que se arriscarão na nova programação, em janeiro, já estão se precavendo para evitar um novo massacre. Tanto Anthony Johnson, rival de Belfort, quanto Chad Mendes, desafiante ao cinturão de Aldo, já procuraram nomes que conhecem bem seus oponentes.

O combate principal da noite terá o brasileiro José Aldo em sua terceira defesa do cinturão dos penas dentro do UFC. Pela frente, o norte-americano Chad Mendes conta com um cartel invicto em 11 combates e o apoio de um velho conhecido do manauara, o lutador Urijah Faber.

Faber foi vítima de Aldo na primeira defesa de cinturão do brasileiro, ainda no WEC - depois, o evento foi incorporado pelo UFC. Agora, dará conselhos para que Mendes possa ter mais sucesso.

“Ter um parceiro que já lutou com Aldo é uma excelente vantagem. Faber já sentiu as forças e as fraquezas de José. Sentamos juntos e fizemos um bom cronograma de treinos. Essa é uma grande vantagem, e estarei pronto para entrar no octógono e mostrar o que tenho”, afirmou Mendes, que passou pelo Rio esta semana para a coletiva de imprensa do UFC 142.

Apesar do cartel perfeito do norte-americano, suas últimas quatro vitórias foram apenas por pontos, sendo a mais recente diante de seu primeiro rival brasileiro, Rani Yahya, no UFC 133.

Para o oponente de Belfort, Anthony Johnson, será uma oportunidade não só de vencer um veterano astro, mas de estrear com um bom resultado nos médios, após subir da categoria meio-médio, em que era um dos destaques.

O principal trunfo de Johnson para o combate é ter o professor de jiu-jítsu Flavius Silva. Ele já trabalhou com Belfort, e deve passar algumas dicas do que será necessário para tentar parar o nocauteador brasileiro.

“Treinar com um faixa-preta que conhece Vitor foi uma vantagem. Ele conhece as fraquezas, tem me mostrado o que fazer. Considero uma honra lutar contra um brasileiro e no Brasil. Sei que a torcida será fantástica e que vou enfrentar uma lenda”, disse o norte-americano, cujo cartel apresenta 10 vitórias, sendo sete por nocaute, e três derrotas.

 

 

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