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Segundo o Sindlojas, os empresários estão preferindo não abrir vagas de trabalho para não ter prejuízo com os custos do novo funcionário (Foto: Romildo de Jesus)
Segundo o Sindlojas, os empresários estão preferindo não abrir vagas de trabalho para não ter prejuízo com os custos do novo funcionário (Foto: Romildo de Jesus)

Enquanto o Dia da Mães é aguardado por muitas mulheres que esperam ganhar presentes, para quem está desempregado a data é uma oportunidade de conseguir um emprego temporário no comércio.  No entanto,  com a projeção tímida de crescimento de apenas 1% no volume de vendas no período, segundo o Sindicato dos Lojistas do Comércio da Bahia (SindLojas), os empresários estão preferindo não abrir vagas de trabalho este ano, para não ter prejuízo com os custos do novo funcionário.

O presidente do SindLojas, Paulo Mota,  explicou que o comércio já abriu muitas vagas temporárias em função do Dia das Mães, mas este ano a tendência é que o lojista não contrate, por conta da expectativa cautelosa de vendas. Na avaliação do sindicalista, as mudanças na forma de contratação do trabalhador temporário, ocorridas com a aprovação da Reforma Trabalhista,  também são fatores que podem ter levado o empresário a não contratar.

Contudo, para o Natal, data mais importante do varejo em faturamento e volume de vendas, as vagas temporárias devem continuar surgindo. “Se alguém abrir vaga temporária para o Dia das Mães é algo pontual”, frisou Paulo Mota.  

Renato Emílio Dias é proprietário da RD Confecções há 40 anos. A loja, situada na Baixa dos Sapateiros, em Salvador, conta com três funcionárias e o quadro de pessoal vai  permanecer assim neste mês de maio. “A situação está feia. Entramos numa recessão há muito tempo e agora tiraram os ônibus daqui, então é pouca gente que vem”, justificou o empresário.

Já na Top 10, situada no mesmo centro de comércio popular, a expectativa é contratar uma ou duas funcionárias a partir do dia 2 de maio. Contudo, o vendedor Charles Pinto lembra que em outros anos o número de vagas já foi maior.

De acordo com o presidente da Associação dos Lojistas da Baixa dos Sapateiros e Barroquinha (Albasa), Rui Barbosa, a maior parte dos comerciantes da localidade não vai contratar. “Se você contratar um funcionário hoje, mesmo que temporário, tem custo. Aí quando você vê no livro e sua receita não cresceu, diminuiu, então como é que vai pagar?, questionou.

Nota CFF

Em Camaçari não deve se dar diferente.

 

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