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Economia

Ao contrário de 2016, quando a Bahia ocupou a 20ª colocação, a nível nacional, quando o assunto era rendimento domiciliar per capta, no valor de R$ 773, o estado subiu três posições ano passado, sendo agora o 17º no ranking, com o valor subindo para R$ 862 – um ganho de quase R$ 90. Os números foram divulgados na manhã de ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dentro da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (PNAD Contínua).

Esse rendimento leva em conta a soma dos ganhos de todas as fontes de cada morador do domicílio dividido pelo total de moradores. Na Região Nordeste, a Bahia foi alçada do quinto para o segundo lugar, passando estados como Rio Grande do Norte, Sergipe e Pernambuco, que tiveram perdas de R$ 74, R$ 44 e R$ 20, respectivamente, nos dois anos citados. Localmente, o estado está somente atrás da Paraíba, cujo rendimento domiciliar, em 2017, foi de R$ 928. Uma diferença de R$ 66.

Contudo, em nível de Brasil, a Bahia está muito abaixo da média nacional, que é de R$ 1.268, sem contar o salário mínimo, cujo valor, à época, era de R$ 937. Em primeiro lugar no ranking divulgado pelo IBGE está o Distrito Federal, com R$ 2.548, seguido por São Paulo (R$ 1.712), Rio Grande do Sul (R$ 1.635), Santa Catarina (R$ 1.547) e Paraná (R$ 1.472). Na pesquisa, também chama a atenção unidades federativas como Roraima, Rondônia, Tocantins e Amapá estarem a frente do nosso estado, com rendimentos médios variando entre R$ 936 e R$ 1.006.

“A maior parte dos estados teve ganhos. Mas, essa pesquisa não aponta as razões as quais um estado cresceu e outro diminuiu. A gente sabe que 2017 ainda foi um ano ruim para a economia, principalmente nos estados nordestinos, mesmo com o restante do país dando uma melhorada ou até uma estancada. Apesar da Bahia estar com índices negativos, mas menos do que anteriormente, ela ficou melhor que outros estados da região”, disse Mariana Viveiros, Analista de Disseminação de Informações do IBGE.

Apesar da melhora, Mariana aponta que ainda é cedo para apontar uma tendência de melhora no estado, podendo subir ainda mais neste ranking em futuras divulgações. “No ano de 2017, em termos de economia, não foi um ano bom para o estado. A gente teve indústria, comércio e serviços em queda, aumento na desocupação. O único setor que teve um desempenho bom foi o agropecuário, que se recuperou em 2017. Além disso, não temos ainda os primeiros resultados objetivos do ano, que devem ser divulgados em março”, ponderou.

 

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