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Três ex presidentes da Câmara Municipal de Camaçari, Teo Ribeiro, José Marcelino e Oziel Araújo foram denunciados pelo crime de 'Improbidade Administrativa'
Três ex presidentes da Câmara Municipal de Camaçari, Teo Ribeiro, José Marcelino e Oziel Araújo foram denunciados pelo crime de 'Improbidade Administrativa'

Depois de fazer conta dos gastos com combustível da Câmara de Vereadores de Camaçari, e concluir que o resultado está distante da realidade para as atividades da entidade nos períodos levantados, o Ministério Público da Bahia em Camaçari (MP-Ba), resolveu denunciar, pelo crime de Improbidade Administrativa, três ex presidentes da Casa de leis do município.

Téo Ribeiro (PT), presidente em 2013/2014, José Marcelino (PT), presidente em 2015/2016, e Oziel Araújo (PSDB), 2017/2018, foram acionado nesta quinta-feira, 21, por ter contratado, com a mesma empresa, a também denunciada Nutricash Serviços LTDA, para o fornecimento de tickets de combustível, nos anos de 2014, 2015, 2017 e 2018, valores considerados “excessivos”, de R$ 3,5 milhões. Conforme cálculos do MP, combustível o suficiente para dar seis voltas em redor do mundo.

O promotor de justiça, Everardo Yunes, autor da denúncia, conforme publicação no site do MP-Ba, afirma que a apuração deu conta de que nas três gestões dos denunciados à frente da Câmara, a frota de carros foi exatamente a mesma, 30 veículos, e que ‘tomando como base os gastos apurados pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e a média de consumo de 10 quilômetros por litro, estimada pelo Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) para veículos do padrão usado pela Casa Legislativa, em 2014, os veículos teriam percorrido mais de 188 mil quilômetros por mês; em 2015, cerca de 230 mil quilômetros mensais, e, em 2017 e 2018, mais de 239 mil quilômetros a cada mês desses anos’.

Para dimensionar o que os números representam, Yunes diz que “levando em conta os valores gatos em apenas um mês do ano de 2018, a distância percorrida seria o equivalente a seis voltas ao mundo”. O promotor ainda diz na publicação, que “os números são de deixar qualquer cidadão estarrecido”.

A publicação fecha dizendo que ‘caso os acusados sejam condenados, eles terão que ressarcir o prejuízo ao erário, perderão seus direitos políticos por um período de três a cinco anos, bem como ficarão proibidos de contratar com o poder público’.

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