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Antônio Sidney Nogueira dos Santos, ou 'Kiko', promete acionar juridicamente o Estado - Foto: Arquivo pessoal
Antônio Sidney Nogueira dos Santos, ou 'Kiko', promete acionar juridicamente o Estado - Foto: Arquivo pessoal

Internado no Hospital Geral de Camaçari (HGC), com fratura no fêmur, depois de sofrer um acidente de moto em novembro último, ter passado por uma cirurgia para implante de uma ‘placa de titânio’ na perna, e ter que retornar ao hospital para substituição da placa, que não resistiu ao seu peso e quebrou, não se sabe se por problema com a colagem do osso ou se por má qualidade do material, o decorador Antônio Sidney Nogueira dos Santos, 47 anos, apelou para o Camaçari Fatos e Fotos (CFF), neste sábado, 16, na esperança de conseguir sensibilizar o Hospital para solução do seu problema.

Sentindo muita dor, apesar de medicado, Sidney Santos diz que entrou em desespero ao ouvir do hospital que não há anestesista na casa e que “não há previsão da chegada de um”, e que ele teria de aguardar transferência “para outra cidade”.

O decorador, que destaca positivamente o tratamento que tem recebido da equipe assistente mas rejeita o comportamento do médico que lhe operou, que mesmo sabendo que ele estava de volta à unidade hospitalar com a placa quebrada dentro de sua perna “nem um oi [uma palavra] veio me dar”, disse ao CFF que acionará o Ministério Público por não se conformar com a classificação de Eletiva (procedimento que pode aguardar) quando sua cirurgia se enquadra nas de Urgência, alegando que esse erro o está impedindo de trabalhar, já que, parado desde novembro do ano passado por conta do acidente, retornaria ao trabalho nesta segunda-feira, 18, o que não vai acontecer.

Muito conhecido na cidade como “Kiko”, o decorador, que é também supervisor no CEMPRE (Centro Médico de Reabilitação Física), órgão médico da prefeitura de Camaçari, e teve a placa rompida em sua perna dois meses depois de implantada, e que afirma que por causa da falta de anestesistas, pacientes estão sendo transferidos para uma cidade da Chapada Diamantina, distante 300 quilômetros do município, e “isso por causa da preocupação do coordenador do Centro Cirúrgico do hospital”, diz que precisa que a classificação da sua cirurgia seja reconsiderada, prometendo acionar juridicamente o Estado em caso contrário. O CFF tentou contato com o hospital, mas não obteve sucesso.

Os médicos anestesistas estão em greve em todo o Estado, pleteando perdas salariais desde 2017 e que, segundo a Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas da Bahia (Coopanest-BA). vem se acumulando desde 2010.

Sidney teve a placa rompida em sua perna dois meses depois de implantada - Foto cedida
Sidney teve a placa rompida em sua perna dois meses depois de implantada - Foto cedida

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