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Gino, antes do Derrame que o pôs na cama já há quatro anos (Foto: Arquivo Pessoal)
Gino, antes do Derrame que o pôs na cama já há quatro anos (Foto: Arquivo Pessoal)

Diz-se de que ‘solidariedade é um ato de bondade com o próximo ou um sentimento, uma união de simpatias, interesses ou propósitos entre os membros de um grupo’, e é a esse sentimento que um camaçariense, José Higino Figueiredo, 59, apela.

Vitimado por um severo AVC – Acidente Vascular Cerebral, em agosto de 2014, “Gino”, como é conhecido e que é morador da Avenida Rio Camaçari - na Lama Preta, desde criança, não tem conseguido reabilitar seus movimentos mesmo depois de quatro anos da ocorrência, e muito pouco consegue se comunicar já que teve a fala também muito comprometida, mas tem preservados os sentimentos, o que é percebido quando ouve falar dos amigos.

Filho mais velho de sete irmãos e até certo ponto o cuidador da família juntamente com o pai, Gino e seu pai, que também sofreu um AVC, vem sendo cuidado, em regime de revezamento – no cuidado e carinho noturno, por cinco deles (um dos irmãos mora em outro Estado), sendo a carga maior, sobretudo por ser ela a testemunha dos momentos de oscilação emocional diário, mormente do irmão, o mais lúcido dos dois, que ambos tem experimentado pela limitação imposta pela doença, por apenas uma das irmãs, que passa o dia com os dois devido aos demais terem atividade diária fora. Logo a importância da presença dos amigos, como entende a família, única companheira de que os dois têm contado, com exceção das raríssimas visitas que recebem.

O diretor do Camaçari Fatos e Fotos (CFF), Antônio Franco Nogueira, amigo de Gino desde a infância, concorda com o entendimento da família sobre a presença dos amigos e, portador de limitação física que lhe causa muitas dores quando é deslocado, lamenta por não poder estar sempre ao lado do amigo.

“Ativo que sempre foi, para Gino não deve estar sendo nada fácil mesmo. Sempre envolvido com tantas atividades e tão independente, de repente parar dessa forma, confinado numa cama, é de entristecer qualquer alma mesmo; eu só lamento as dores insuportáveis que sinto quando me deslocam da cadeira-de-rodas para o carro da mesma forma que quando me tiram do carro para a cadeira, senão o visitaria com frequência, que a solidão torna-se um agravante a mais para a recuperação dele, sem dúvida”, diz Franco, que é tetraplégico há quase 20 nos.

Como agravante, Higino, que é amigo de personagens importantes na cidade, não tem qualquer fonte de renda e recai sobre os irmãos não somente a manutenção da casa como também as despesas com medicamentos e insumos hospitalares de que pai e filho dependem todos os dias, sobretudo de fraldas geriátricas. Aliás, não poucas fraldas. Assim, pela demanda, o apelo é não somente para a visita dos amigos – e de quem mais sentir no coração de visita-lo, mas de preferência com um pacote de fraldas em cada uma das mãos, a quem puder.

Então, está aí sua oportunidade de, como com um pouco do que puder fazer no sentido de ajudar com as fraldas, não somente dividir mas também trocar com esses dois um pouco de afeto e colher um inegável exemplo de que a ninguém é dado saber do amanhã.

Telefone para contato de uma das irmãs: 71-99986-1365.

Gino, expressando seu inconfundível sorriso discreto ainda presente em sua alma (Foto: Arquivo Pessoal)
Gino, expressando seu inconfundível sorriso discreto ainda presente em sua alma (Foto: Arquivo Pessoal)

Diretor do CFF em visita ao amigo, juntamente com uma missionária, Fátima Veloso (Foto: Arquivo Pessoal)
Diretor do CFF em visita ao amigo, juntamente com uma missionária, Fátima Veloso (Foto: Arquivo Pessoal)

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