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Casa de dona Tatiane Pereira. Que há 11 dias tem que se deslocar, juntamente com o esposo, para a casa de parentes, distante três quilômetros, para tomarem banho quando chegam do trabalho (Foto: Redação | CFF)
Casa de dona Tatiane Pereira. Que há 11 dias tem que se deslocar, juntamente com o esposo, para a casa de parentes, distante três quilômetros, para tomarem banho quando chegam do trabalho (Foto: Redação | CFF)

Instituído em 1990 o Código de Defesa do Consumidor (CDC), tido como um marco na história da defesa do consumidor no Brasil, inclusive garantindo não poucas indenizações por perdas e danos e danos morais, já não assusta a Embasa – Empresa Baiana de Água e de Saneamento S/A. Campeã de reclamações, conforme o PROCON, a Embasa não tem levado em conta não só as reclamações feitas ao órgão fiscalizador mas também as diretas que seus consumidores tem feito em seus balcões.

Sem água há exatos 11 dias e com meia dúzia de protocolos nas mãos, dona Tatiane Pereira dos Santos, 33, assistente escolar, moradora da Rua Alto da Capelinha s/n, em Monte Gordo, cansada de tentar que a empresa resolva seu problema e de toda a comunidade da localidade onde mora, o que considera “uma coisa simples de resolver”, procurou o Camaçari Fatos e Fotos (CFF).

“Eles [os técnicos da Embasa], tiveram lá na rua há uns dez dias pra consertar um vazamento que a gente mesmo foi que informou; mas foram embora depois de fazer o conserto e deixaram agua desligada. E nem depois de tantas reclamações (conforme protocolos de três das seis reclamações 939856125; 939818207 e 939895129) eles nos socorrem”, se queixa a moradora ao CFF.

Dona Tatiane, que atesta ser pontual com o pagamento de suas contas, e que diz que quando telefonou para informar do vazamento na rua os técnicos em menos de uma hora já estavam na comunidade, afirma que para tomar banho com seu esposo, Edmilson Teixeira Santos, 35, quando chegam cansados do trabalho, precisam se deslocar até a casa de parentes, distante uns três quilômetros esses dias todos sem que nada tenha sido feito.

Procurada na tarde desta quinta-feira, 18, pelo Camaçari Fatos e Fotos (CFF), conforme protocolo de atendimento nº 939899382, a Embasa disse ter conhecimento das inúmeras solicitações da reclamante e que iria requerer urgência na resolução: “Estarei passando agora mesmo para o pessoal de campo, para que o problema seja resolvido o mais urgente possível”, disse ao portal o atendente, que se identificou como ‘Rafael’, que pareceu muito solicito mas que ouviu do jornal que isto é o que está sendo dito ao casal desde a primeira reclamação.

Na oportunidade o CFF reportou ao atendente que um novo ponto de desperdício de água foi identificado pelo portal e que a imagem e o endereço seriam disponibilizados nesta matéria. O ponto do vazamento está situado no que a comunidade local chama de “entrada da fazenda de Gessé”.

Rua onde mora dona Tatiane Pereira (Foto: Redação | CFF)
Rua onde mora dona Tatiane Pereira (Foto: Redação | CFF)

Comprovante da pontualidade no pagamento da conta da usuária para com a Embasa (Foto: Redação | CFF)
Comprovante da pontualidade no pagamento da conta da usuária para com a Embasa (Foto: Redação | CFF)

Vazamento d'água identificado pelo CFF - a caminho da casa de dona Tatiana - na Estrada Velha B. Jacuípe/Monte Gordo (na primeira entrada à esquerda, depois da Escola Boa Esperança) (Foto: Redação | CFF)
Vazamento d'água identificado pelo CFF - a caminho da casa de dona Tatiana - na Estrada Velha B. Jacuípe/Monte Gordo (na primeira entrada à esquerda, depois da Escola Boa Esperança) (Foto: Redação | CFF)

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